sábado, maio 2, 2026
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Medicamentos: preços máximos sobem até 5,06% a partir desta segunda-feira

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Medicamentos: preços máximos sobem até 5,06% a partir desta segunda-feira


O percentual não significar remarcação automática. E sim permissão legal para as empresas praticarem aumentos Os preços máximos dos medicamentos no Brasil sobem nesta segunda-feira. O teto de reajuste é de 5,06%, segundo resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), publicada no Diário Oficial. Mas farmácias e drogarias de todo o país podem decidir aumentar ou não as cobranças, de acordo com esse limite.
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Os medicamentos têm preços máximos a serem praticados no país. E todos os anos são avaliados reajustes para esses limites. O percentual não significa, portanto, remarcação automática no comércio. E sim permissão legal para as empresas praticarem aumentos.
Mesmo que desejem subir os preços, as farmácias e indústrias podem, estrategicamente, escolher promover as mudanças aos poucos.
Os percentuais máximos de aumento nos preços dos remédios são divididos em três grupos:
Nível 1: 5,06%;
Nível 2: 3,83%;
Nível 3: 2,60%.
É possível saber de qual grupo o seu medicamento faz parte no site da Anvisa. Há uma lista com os preços máximos que podem ser cobrados por cada produto.
A CMED é composta pelos ministérios da Saúde, a Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública, Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Segundo a Câmara, a definição do teto de reajuste levou em consideração fatores como a inflação dos últimos 12 meses, a produtividade do setor (fator X), e custos como o câmbio, a tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) exerce a função de secretaria executiva, fornecendo o suporte técnico às decisões.
Reajuste médio é o menor desde 2018
O reajuste médio ficou em 3,83% em 2025, o menor índice desde 2018, segundo a CMED. Isso porque os reajustes permitidos para os níveis 2 e 3 estão mais baixos do que em outros anos e têm mais peso no cálculo da média.
Os medicamentos que poderão ter 5,06% de reajuste são minoria: representam 7,8% do total de medicamentos. O nível 2 corresponde a 15%. E o nível 3, com a menor porcentagem autorizada, representa 77,2% dos remédio.

Fonte: extra.globo.com

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