Já na segunda (23), as autoridades da Indonésia confirmaram que Juliana foi localizada novamente. Monitorada por drones, ela foi vista “visualmente imóvel” a uma profundidade de aproximadamente 500 metros.
Por fim, na manhã desta terça-feira, após mais de 72 horas do acidente, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana estava, no entanto, ela foi encontrada sem vida.
Cronologia da tragédia
Sábado (21)
As buscas foram iniciadas imediatamente.
Um drone localizou Juliana sentada na encosta, ainda com vida, e as imagens foram divulgadas nas redes sociais.
Domingo (22)
O Itamaraty informou que estava em contato direto com autoridades locais para acompanhar o caso.
Segunda-feira (23)
Um drone operado por equipes de resgate conseguiu chegar até Juliana, que estava imóvel a cerca de 400 metros do penhasco do vulcão.
As equipes tentavam se aproximar por terra, em um local de difícil acesso.
Terça-feira (24)
As equipes de resgate localizaram o corpo de Juliana, a cerca de 600 metros de profundidade.
A morte da jovem foi confirmada pelas autoridades locais.
Juliana Marins. Foto: Reprodução / Instagram
Fonte: www.tupi.fm
Juliana Marins com a família. Foto: Reprodução/Instagram
A tragédia
Juliana Marins fazia uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, na manhã de sábado (21), quando caiu em um penhasco. Após turistas registrarem a localização da brasileira e as imagens viralizarem, equipes de resgate iniciaram buscas pela jovem.
No domingo (22), as condições climáticas na região impediram o procedimento de salvamento da jovem.
Foto: Reprodução – Juliana Marins
Já na segunda (23), as autoridades da Indonésia confirmaram que Juliana foi localizada novamente. Monitorada por drones, ela foi vista “visualmente imóvel” a uma profundidade de aproximadamente 500 metros.
Por fim, na manhã desta terça-feira, após mais de 72 horas do acidente, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana estava, no entanto, ela foi encontrada sem vida.
Cronologia da tragédia
Sábado (21)
As buscas foram iniciadas imediatamente.
Um drone localizou Juliana sentada na encosta, ainda com vida, e as imagens foram divulgadas nas redes sociais.
Domingo (22)
O Itamaraty informou que estava em contato direto com autoridades locais para acompanhar o caso.
Segunda-feira (23)
Um drone operado por equipes de resgate conseguiu chegar até Juliana, que estava imóvel a cerca de 400 metros do penhasco do vulcão.
As equipes tentavam se aproximar por terra, em um local de difícil acesso.
Terça-feira (24)
As equipes de resgate localizaram o corpo de Juliana, a cerca de 600 metros de profundidade.
A morte da jovem foi confirmada pelas autoridades locais.
Juliana Marins. Foto: Reprodução / Instagram
Fonte: www.tupi.fm
Manoel Marins, pai de Juliana Marins — jovem brasileira que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia — se pronunciou publicamente pela primeira vez desde a tragédia.
Na noite desta terça-feira (24), por volta das 22h (horário de Brasília), Manoel publicou uma homenagem emocionante à filha em seu perfil no Instagram. Ele compartilhou uma foto de Juliana sozinha, acompanhada da frase: “Pedaço tirado de mim”.
Na legenda da publicação, o pai escolheu a letra da música “Pedaço de Mim”, de Chico Buarque, como forma de expressar sua dor. Confira um trecho:
“Oh, pedaço de mim Oh, metade arrancada de mim Leva o vulto teu Que a saudade é o revés de um parto A saudade é arrumar o quarto Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim Oh, metade amputada de mim Leva o que há de ti Que a saudade dói latejada É assim como uma fisgada No membro que já perdi.”
“Você se foi fazendo o que mais gostava”
Já na manhã desta quarta-feira (25), Manoel fez um novo desabafo nas redes sociais. Em um texto repleto de dor e amor, ele compartilhou lembranças da filha, seus sonhos e o impacto que deixou na vida de todos ao seu redor.
Manoel, relembrou o quanto Juliana era alegre, determinada e cheia de vida. “Ah, Juju, minha linda, meu tesouro, minha filha, meu amor. Você sempre foi muito especial. Sapeca, inquieta, de sorriso lindo e uma imensa vontade de viver intensamente”.
Juliana Marins com a família. Foto: Reprodução/Instagram
Segundo ele, Juliana estava muito feliz por realizar o sonho de fazer um mochilão pela Ásia, uma viagem que havia planejado com dedicação e para a qual recusou ajuda financeira dos pais.
“No início deste ano nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós te apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: ‘jamais.’ Você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, escreveu ele.
Cuidadosa e amorosa
Manoel também destacou que os planos da filha iam além da viagem. Ela pensava no futuro dos pais e da irmã, Mariana, e demonstrava carinho e cuidado com todos da família.
“Sempre preocupada comigo e com a Estela. Dizia que iria cuidar de nós na nossa velhice, embora eu lhe dissesse que isso não era necessário, que você deveria viver a sua vida. Fica a sua presença em nossa casa, no seu quarto, no seu lugar preferido no sofá da sala. Fica a sua presença marcante na vida de quem teve o privilégio de te conhecer e de conviver contigo. E, especialmente, no meu coração , no da sua mãe e no da sua irmã.”
Na despedida, o pai mencionou uma promessa que os dois haviam feito: “Voa, Juju, voa. Voa para os braços do Pai Eterno. Ficaremos na certeza de nos reencontrarmos um dia e fazer aquele voo de parapente que estávamos programando para o seu aniversário.”
Juliana Marins com a família. Foto: Reprodução/Instagram
A tragédia
Juliana Marins fazia uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, na manhã de sábado (21), quando caiu em um penhasco. Após turistas registrarem a localização da brasileira e as imagens viralizarem, equipes de resgate iniciaram buscas pela jovem.
No domingo (22), as condições climáticas na região impediram o procedimento de salvamento da jovem.
Foto: Reprodução – Juliana Marins
Já na segunda (23), as autoridades da Indonésia confirmaram que Juliana foi localizada novamente. Monitorada por drones, ela foi vista “visualmente imóvel” a uma profundidade de aproximadamente 500 metros.
Por fim, na manhã desta terça-feira, após mais de 72 horas do acidente, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana estava, no entanto, ela foi encontrada sem vida.
Cronologia da tragédia
Sábado (21)
As buscas foram iniciadas imediatamente.
Um drone localizou Juliana sentada na encosta, ainda com vida, e as imagens foram divulgadas nas redes sociais.
Domingo (22)
O Itamaraty informou que estava em contato direto com autoridades locais para acompanhar o caso.
Segunda-feira (23)
Um drone operado por equipes de resgate conseguiu chegar até Juliana, que estava imóvel a cerca de 400 metros do penhasco do vulcão.
As equipes tentavam se aproximar por terra, em um local de difícil acesso.
Terça-feira (24)
As equipes de resgate localizaram o corpo de Juliana, a cerca de 600 metros de profundidade.
A morte da jovem foi confirmada pelas autoridades locais.
Juliana Marins. Foto: Reprodução / Instagram
Fonte: www.tupi.fm
Manoel Marins, pai de Juliana Marins — jovem brasileira que morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia — se pronunciou publicamente pela primeira vez desde a tragédia.
Na noite desta terça-feira (24), por volta das 22h (horário de Brasília), Manoel publicou uma homenagem emocionante à filha em seu perfil no Instagram. Ele compartilhou uma foto de Juliana sozinha, acompanhada da frase: “Pedaço tirado de mim”.
Na legenda da publicação, o pai escolheu a letra da música “Pedaço de Mim”, de Chico Buarque, como forma de expressar sua dor. Confira um trecho:
“Oh, pedaço de mim Oh, metade arrancada de mim Leva o vulto teu Que a saudade é o revés de um parto A saudade é arrumar o quarto Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim Oh, metade amputada de mim Leva o que há de ti Que a saudade dói latejada É assim como uma fisgada No membro que já perdi.”
“Você se foi fazendo o que mais gostava”
Já na manhã desta quarta-feira (25), Manoel fez um novo desabafo nas redes sociais. Em um texto repleto de dor e amor, ele compartilhou lembranças da filha, seus sonhos e o impacto que deixou na vida de todos ao seu redor.
Manoel, relembrou o quanto Juliana era alegre, determinada e cheia de vida. “Ah, Juju, minha linda, meu tesouro, minha filha, meu amor. Você sempre foi muito especial. Sapeca, inquieta, de sorriso lindo e uma imensa vontade de viver intensamente”.
Juliana Marins com a família. Foto: Reprodução/Instagram
Segundo ele, Juliana estava muito feliz por realizar o sonho de fazer um mochilão pela Ásia, uma viagem que havia planejado com dedicação e para a qual recusou ajuda financeira dos pais.
“No início deste ano nos disse que faria esse mochilão agora enquanto era jovem e nós te apoiamos. Quando lhe perguntei se queria que lhe déssemos algum dinheiro para ajudar na viagem, você nos disse: ‘jamais.’ Você viajou com seus próprios recursos que ganhou como fruto do seu trabalho. E como você estava feliz realizando esse sonho. E como nós ficamos felizes com a sua felicidade. Você se foi fazendo o que mais gostava e isso conforta um pouco o nosso coração”, escreveu ele.
Cuidadosa e amorosa
Manoel também destacou que os planos da filha iam além da viagem. Ela pensava no futuro dos pais e da irmã, Mariana, e demonstrava carinho e cuidado com todos da família.
“Sempre preocupada comigo e com a Estela. Dizia que iria cuidar de nós na nossa velhice, embora eu lhe dissesse que isso não era necessário, que você deveria viver a sua vida. Fica a sua presença em nossa casa, no seu quarto, no seu lugar preferido no sofá da sala. Fica a sua presença marcante na vida de quem teve o privilégio de te conhecer e de conviver contigo. E, especialmente, no meu coração , no da sua mãe e no da sua irmã.”
Na despedida, o pai mencionou uma promessa que os dois haviam feito: “Voa, Juju, voa. Voa para os braços do Pai Eterno. Ficaremos na certeza de nos reencontrarmos um dia e fazer aquele voo de parapente que estávamos programando para o seu aniversário.”
Juliana Marins com a família. Foto: Reprodução/Instagram
A tragédia
Juliana Marins fazia uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, na manhã de sábado (21), quando caiu em um penhasco. Após turistas registrarem a localização da brasileira e as imagens viralizarem, equipes de resgate iniciaram buscas pela jovem.
No domingo (22), as condições climáticas na região impediram o procedimento de salvamento da jovem.
Foto: Reprodução – Juliana Marins
Já na segunda (23), as autoridades da Indonésia confirmaram que Juliana foi localizada novamente. Monitorada por drones, ela foi vista “visualmente imóvel” a uma profundidade de aproximadamente 500 metros.
Por fim, na manhã desta terça-feira, após mais de 72 horas do acidente, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana estava, no entanto, ela foi encontrada sem vida.
Cronologia da tragédia
Sábado (21)
As buscas foram iniciadas imediatamente.
Um drone localizou Juliana sentada na encosta, ainda com vida, e as imagens foram divulgadas nas redes sociais.
Domingo (22)
O Itamaraty informou que estava em contato direto com autoridades locais para acompanhar o caso.
Segunda-feira (23)
Um drone operado por equipes de resgate conseguiu chegar até Juliana, que estava imóvel a cerca de 400 metros do penhasco do vulcão.
As equipes tentavam se aproximar por terra, em um local de difícil acesso.
Terça-feira (24)
As equipes de resgate localizaram o corpo de Juliana, a cerca de 600 metros de profundidade.
A morte da jovem foi confirmada pelas autoridades locais.