terça-feira, abril 28, 2026
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O livro anti-woke divulgado por Cristiano Ronaldo que gerou polêmica

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O livro anti-woke divulgado por Cristiano Ronaldo que gerou polêmica

Cristiano Ronaldo chamou atenção nas redes sociais ao aparecer em uma publicação divulgando o lançamento de um livro do jornalista britânico Piers Morgan. O título, Woke Is Dead (O Woke Está Morto), é um best-seller no Reino Unido e aborda o enfraquecimento das chamadas pautas identitárias, como as relacionadas aos direitos das mulheres e da comunidade LGBTQIA+.

Como parte da promoção da obra, Morgan entrevistou o jogador português. Cristiano descreveu a conversa como a “entrevista mais pessoal” que já concedeu. O vídeo foi publicado no canal do YouTube do atleta e já ultrapassa 5 milhões de visualizações.

O jogador também divulgou a entrevista em seu perfil no Instagram. A ação chamou atenção por ser incomum: Cristiano Ronaldo raramente comenta temas sociais ou políticos em suas redes.

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Cristiano Ronaldo aparece em publicação promovendo livro “anti-woke”

Reprodução/Instagram

2 de 8Grzegorz Wajda/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
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Cristiano Ronaldo em sua segunda passagem pelo Manchester United

James Gill – Danehouse/Getty Images

4 de 8Eric Verhoeven/Soccrates /Getty Images
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Cristiano Ronaldo está com 946 gols na carreira.

Laszlo Szirtesi/Getty Images

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Português busca o milésimo

Denis Tyrin – UEFA/UEFA via Getty Images

7 de 8Yu Chun Christopher Wong/Eurasia Sport Images/Getty Images
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Cristiano Ronaldo aparece em publicação promovendo livro “anti-woke”

Reprodução/Instagram

Apesar de ter a imagem usada para a divulgação, o craque não fez comentários sobre a obra, que aparece entre os livros mais vendidos de novembro segundo a lista do jornal britânico The Sunday Times. Em Woke Is Dead (O Woke Está Morto), Morgan argumenta que a chamada “cultura woke” estaria em declínio, perdendo espaço para “o senso comum”.

O autor destaca ainda que o suposto movimento, muitas vezes associado a pautas da esquerda como representatividade e maior participação de pessoas negras, imigrantes, da comunidade LGBTQIA+ e mulheres, teria apenas causado confusão na sociedade. Entre os argumentos, o jornalista cita por exemplo a cultura do cancelamento, a qual compara à censura.

Fonte: www.metropoles.com