
O Ministério Público de São Paulo apresentou à Justiça um pedido de abertura de inquérito civil e de intervenção judicial no Corinthians, com a nomeação de um interventor provisório.
O promotor Cassio Roberto Conserino considerou que a medida é “impostergável” porque o clube estaria “à deriva, sem nenhum controle interno, sem política mínima de compliance, e arraigada, de toda sorte, de atos ilícitos”.
De acordo com Conserino, as irregularidades são tanto de caráter criminal quanto administrativo, além de “outras auditorias externas que sempre caminharam numa perspectiva sombria do futuro administrativo da entidade desportiva”.
O promotor afirmou que os órgãos internos fizeram um “simulacro de controle” ao aprovar as contas com ressalvas, mas não atuar para resolver os problemas.
Fonte: veja.abril.com.br




