
Lucas Paquetá retorna ao Flamengo em grande estilo como a transferência mais cara na história do futebol brasileiro. Após oito anos na Europa, o meio-campista foi comprado por 42 milhões de euros (R$ 260 milhões) do West Ham em um contrato de cinco anos que gerou repercussão na imprensa internacional.
O jornal argentino La Nación destacou que o “valor astronômico” desembolsado pelo Flamengo também representa “a transferência mais cara da história da América do Sul”. Antes referente a vinda de Gerson do Zenit ao Cruzeiro no último dia 10, “esse recorde foi quebrado novamente 18 dias depois, com a compra de Lucas Paquetá pelo Flamengo”, relembrou a reportagem.
O espanhol Marca também fez menção ao poderio econômico do Rubro-negro e dos clubes nacionais. “Ultimamente, o Brasileirão tem surgido como um ator inesperado, perturbando o fluxo normal do mercado de transferências. Não se trata apenas de vender por somas astronômicas; também estão investindo quantias sem precedentes, tornando-se o campeão incontestável da Copa Libertadores.” Desde 2018, quando o River Plate venceu, apenas clubes brasileiros levantaram a taça do continental sul-americano.
Na Inglaterra, o The Guardian reconheceu a importância de Paquetá, mas pontuou sua irregularidade. “O West Ham tem se saído bem sem o brasileiro, que chegou do Lyon por £51 milhões em 2022. Paquetá deu a assistência para o gol da vitória de Jarrod Bowen na final da Conference League em junho de 2023 e é considerado o jogador mais naturalmente talentoso do elenco, mas seu desempenho tem sido irregular nas últimas três temporadas”, escreveu o jornalista Jacob Steinberg.
Para o americano The Athletic o time pode, inclusive, já ter uma solução diante da saída do brasileiro. O português Mateus Fernandes de 21 anos, contratado em agosto do ano passado, ‘desencantou’ na última vitória do time na Premier League. “De forma significativa, Fernandes roubou a cena contra o Sunderland com uma atuação digna de melhor em campo. […] Os dois [Paquetá e Fernandes] são semelhantes em sua criatividade ofensiva, mas é Fernandes quem tem sido um dos poucos pontos positivos de uma temporada sombria”, conclui a reportagem.
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Fonte: veja.abril.com.br




