acordo – News Rio https://newsrio.com.br Notícias do RIo Thu, 16 Apr 2026 16:30:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://newsrio.com.br/wp-content/uploads/2026/03/272x90-150x90.png acordo – News Rio https://newsrio.com.br 32 32 Brasil e Argentina firmam acordo para fortalecer o setor automotivo e reagir à concorrência chinesa https://newsrio.com.br/2026/04/16/brasil-e-argentina-firmam-acordo-para-fortalecer-o-setor-automotivo-e-reagir-a-concorrencia-chinesa/ Thu, 16 Apr 2026 16:30:41 +0000 https://newsrio.com.br/2026/04/16/brasil-e-argentina-firmam-acordo-para-fortalecer-o-setor-automotivo-e-reagir-a-concorrencia-chinesa/


Linha de montagem da Stellantis na cidade de Betim (MG)
Divulgação / Stellantis
Representantes de montadoras e fabricantes de autopeças do Brasil e da Argentina firmaram um acordo na última semana para fortalecer o setor automotivo da região, em meio à entrada cada vez maior de veículos chineses. (Entenda mais abaixo)
O termo, chamado de ‘Declaração de Buenos Aires”, foi assinado durante o evento Automechanika, realizado na capital argentina.
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O texto estabelece uma agenda integrada, com foco em competitividade, atração de investimentos e fortalecimento da integração produtiva e, segundo as entidades que participaram do evento, é uma resposta ao aumento da competição global e às transformações tecnológicas do setor.
De acordo com os representantes, a declaração também reforça a necessidade de o Mercosul avançar de um modelo centrado na administração do comércio para uma estratégia voltada à produção e à exportação.
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Pelo lado do Brasil, o acordo foi firmado por Anfavea e Sindipeças; já pelo lado argentino, por Adefa e Afac.
A expectativa é que as novas regras do acordo sejam definidas antes de 2029, de modo a criar um ambiente favorável de investimentos.
Segundo dados divulgados no evento, o setor automotivo responde por cerca de 20% do PIB industrial brasileiro e 8,4% do argentino, empregando conjuntamente mais de 1,9 milhão de pessoas, direta e indiretamente.
O que diz o acordo?
Entre os principais pontos da declaração está o início de um trabalho conjunto orientado para:
Especialização produtiva
Complementação industrial entre Brasil e Argentina
O objetivo é ampliar o intercâmbio comercial e fortalecer as cadeias de valor regionais. O documento também prevê processos de investimento equilibrados e sustentáveis entre os dois países.
A agenda proposta inclui ainda a coordenação de políticas para incentivar o desenvolvimento de tecnologias automotivas regionais. Também há foco na produção de sistemas de autopeças de maior complexidade, como tecnologias de motores híbridos e elétricos.
O documento também prevê avanços na padronização de regulamentos técnicos automotivos, inclusive aqueles aplicáveis ao mercado de reposição de peças.
Outro ponto destacado é a necessidade de tornar mais fluidos os processos aduaneiros nas fronteiras, como forma de reduzir custos e aumentar a eficiência logística do comércio entre Brasil e Argentina.
Ameaça da China
A medida ocorre no momento em que os mercados do Brasil e da Argentina sentem o avanço agressivo de marcas chinesas.
O tema tem sido o centro das atenções do setor automotivo há anos e chegou a gerar tensões no Brasil em 2025, quando diversas montadoras passaram a pressionar o governo federal para impedir a concessão de imposto para a importação sobre carros em estado semi-pronto.
Em fevereiro deste ano, o presidente da Nissan para as Américas também defendeu a taxação de carros chineses, reiterando que o governo deveria adotar medidas para proteger a indústria nacional.
Representantes de entidades do setor automotivo Brasil e Argentina assinam declaração na Automechanika 2026
Divulgação / Automechanika Buenos Aires

Fonte: g1.globo.com

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Natura dispara após acordo com Advent e renovação do conselho https://newsrio.com.br/2026/03/31/natura-dispara-apos-acordo-com-advent-e-renovacao-do-conselho/ Tue, 31 Mar 2026 17:26:54 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/31/natura-dispara-apos-acordo-com-advent-e-renovacao-do-conselho/


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As ações da Natura dispararam nesta terça-feira, superando R$10 pela primeira vez desde setembro do ano passado, após acordo que prevê a aquisição de uma participação de até 10% na fabricante de cosméticos pela norte-americana Advent International.
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O compromisso firmado por acionistas signatários do acordo da Natura, incluindo os fundadores, com o fundo de investimento Lotus, detido pela empresa de private equity, envolve a aquisição no mercado secundário de participação equivalente a no mínimo 8% e no máximo 10% do capital social.
A operação, de acordo com fato relevante da Natura na noite da véspera, deverá ocorrer no prazo de até seis meses, observado o preço-alvo médio de R$9,75.
Alcançando essa participação minoritária, Advent poderá indicar dois membros adicionais para compor o conselho de administração e participar de alguns comitês de assessoramento do colegiado.
“A possível entrada da Advent pode redefinir/reforçar o senso de responsabilidade e de ‘ownership’ na Natura, o que, ao longo do tempo, pode se traduzir em melhor execução, eficiência operacional e retornos”, afirmaram analistas do Bradesco BBI em relatório publicado no final da segunda-feira.
Por volta de 13h30, as ações saltavam 9,52%, a R$10,12, melhor desempenho entre os papéis do Ibovespa, que subia 1,69%. Os papéis não haviam sido negociados acima de R$10 desde 19 de setembro do ano passado, quando chegaram a R$10,44 na máxima daquela sessão.
NOVO CONSELHO, SEM FUNDADORES
A Natura também divulgou que os fundadores Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos decidiram migrar do conselho de administração para um novo conselho consultivo, a ser instituído e eleito, conforme proposta a ser apreciada em assembleia de acionistas convocada para 29 de abril.
De acordo com a proposta, o conselho consultivo, se instituído, terá por função zelar pela preservação dos propósitos, dos valores e da cultura da Natura, bem como pela perpetuação do legado dos seus fundadores, sem funções executivas ou poderes decisórios ou de representação da empresa.
A Natura também anunciou que Fábio Barbosa deixará o conselho de administração, no qual ocupa a cadeira de presidente, e passará a atuar como membro do conselho consultivo, dependendo também da decisão na assembleia.
Diante disso, a administração propôs a recomposição integral do conselho para um mandato de dois anos, a ser iniciado após a assembleia.
A chapa proposta prevê a permanência de Duda Kertesz, João Paulo Ferreira (CEO) e Alessandro Carlucci, com este último assumindo a presidência do colegiado; além da entrada de Pedro Villares, Guilherme Passos e Luiz Guerra, parte da transição dos fundadores, e a eleição de Flávia Almeida e Gabriela Comazzetto.
Além dos fundadores e de Barbosa, Bruno Rocha e Gilberto Mifano também deixam o conselho.
“Nós enxergamos a proposta de renovação do conselho, juntamente com a mentalidade estratégica de ‘nova fase’, como um desenvolvimento construtivo”, afirma o relatório do Bradesco BBI assinado por Pedro Pinto e equipe, que têm recomendação “outperform” para as ações.
“A nova composição traz profissionais experientes e seniores, mais alinhados às competências necessárias para a próxima etapa da companhia, e é liderada por Alessandro Carlucci, membro do conselho no último ano e, anteriormente, CEO da Natura em um ciclo de destaque (2004–2014)”, acrescentaram.
Os analistas do Bradesco BBI também destacaram que o envolvimento contínuo dos fundadores e “principais visionários da Natura deve ajudar a preservar a cultura da empresa e seu DNA estratégico de longo prazo, ativos fundamentais na construção de uma das marcas mais fortes do Brasil e da América Latina”.
Estande da Natura recebeu o público do Festival Negritudes, em Salvador, cidade palco que inspirou o perfumista Jerry Padoly.
Matheus Thierry

Fonte: g1.globo.com

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EUA enviam intimações em investigação sobre acordo entre Warner e Paramount https://newsrio.com.br/2026/03/27/eua-enviam-intimacoes-em-investigacao-sobre-acordo-entre-warner-e-paramount/ Fri, 27 Mar 2026 16:43:04 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/27/eua-enviam-intimacoes-em-investigacao-sobre-acordo-entre-warner-e-paramount/


Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) enviou intimações como parte da investigação sobre a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance, segundo três fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela Reuters.
A medida indica que o órgão está avançando na análise do acordo de US$ 110 bilhões, que pode unir dois dos maiores estúdios de Hollywood, além de suas plataformas de streaming e operações de notícias.
Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O negócio é acompanhado de perto por executivos e investidores, e pode resultar em cortes de empregos caso seja concluído. Por outro lado, a Paramount pode ter de arcar com cerca de US$ 7 bilhões caso a operação seja barrada.
Segundo as fontes, o Departamento de Justiça busca informações sobre como a fusão pode afetar a produção de conteúdo, os direitos sobre obras e a concorrência entre serviços de streaming. O impacto sobre salas de cinema também está entre as preocupações do órgão.
Paramount faz oferta hostil de US$ 108,4 bilhões pela Warner
O procurador-geral adjunto interino para antitruste, Omeed Assefi, afirmou à Reuters, em entrevista na semana passada, que a Paramount “definitivamente não” terá um processo acelerado de aprovação por motivos políticos.
A empresa já esperava que o acordo fosse analisado por autoridades em diferentes países, disse o diretor jurídico da Paramount, Makan Delrahim, durante uma conferência sobre concorrência em Washington.
Procurados, representantes do Departamento de Justiça, da Paramount e da Warner Bros Discovery não comentaram o caso até a publicação desta reportagem.
A análise do negócio não se limita aos Estados Unidos. A Comissão Europeia está em contato com empresas envolvidas no setor, segundo duas fontes. O Canadá também procurou ao menos uma companhia para discutir a operação. Já o gabinete do procurador-geral da Califórnia tem buscado ouvir terceiros interessados, afirmaram outras duas fontes.
A Paramount disputou o acordo com a Netflix e aposta em concluir a operação rapidamente. A empresa prometeu pagar aos acionistas da Warner Bros Discovery uma taxa trimestral de US$ 0,25 por ação a partir de outubro, caso o negócio ainda não tenha sido concluído até lá.

Fonte: g1.globo.com

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Congresso Nacional promulga acordo entre Mercosul e União Europeia https://newsrio.com.br/2026/03/17/congresso-nacional-promulga-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/ Tue, 17 Mar 2026 19:33:34 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/17/congresso-nacional-promulga-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/


O Congresso Nacional promulgou nesta terça-feira (17) o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.
O acordo, assinado em 17 de janeiro no Paraguai após mais de 25 anos de negociação, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.
Além disso, estabelece regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
Apesar do acordo entre os dois blocos, é necessário que cada país internalize as regras para que essas possam valer. O tratado entre os dois blocos foi aprovado no Senado Federal em 4 de março, concluindo o processo de votação no parlamento brasileiro iniciado na Câmara dos Deputados.
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O acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado que atinge de 700 milhões de pessoas.
A expectativa é que o tratado comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, ampliando o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro.
Veja quais são os países envolvidos no Acordo UE-Mercosul.
Arte/g1
Salvaguardas bilaterais
Na mesma data da votação no Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de “salvaguardas bilaterais”, mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária.
A medida foi uma resposta a regulamentação de salvaguardas feita pelo Parlamento Europeu após a assinatura do acordo.
No caso brasileiro, no entanto, as regras valem para tratados comerciais no geral e não apenas para a relação bom a União Europeia.
Série especial do JN mostra como o agronegócio brasileiro está enfrentando as mudanças climáticas
Jornal Nacional/ Reprodução
As medidas poderão ser adotadas quando houver aumento significativo das importações em relação à produção nacional ou ao consumo interno, capaz de ameaçar ou causar prejuízo à indústria brasileira.
A norma estabelece que essas medidas só poderão ser aplicadas após uma investigação conduzida pelo Departamento de Defesa Comercial da Secretaria de Comércio Exterior.
A decisão final caberá à Câmara de Comércio Exterior (Camex), com base em parecer técnico.

Fonte: g1.globo.com

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Bank of America firma acordo em ação coletiva movida por vítimas de Epstein https://newsrio.com.br/2026/03/16/bank-of-america-firma-acordo-em-acao-coletiva-movida-por-vitimas-de-epstein/ Mon, 16 Mar 2026 15:20:12 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/16/bank-of-america-firma-acordo-em-acao-coletiva-movida-por-vitimas-de-epstein/


Divulgação de arquivos da Justiça americana expõem relações entre as pessoas mais poderosas do mundo com Jeffrey Epstein
Jornal Nacional/ Reprodução
O Bank of America fechou um acordo em um processo civil movido por mulheres que acusam o banco de ter facilitado os abusos cometidos por Jeffrey Epstein. As informações constam em documentos judiciais divulgados nesta segunda‑feira (16).
A ação coletiva foi apresentada em outubro do ano passado por uma mulher identificada pelo pseudônimo Jane Doe. Ela acusa o segundo maior banco dos Estados Unidos de ignorar transações financeiras suspeitas ligadas a Epstein, mesmo diante de uma “abundância” de informações sobre seus crimes. Segundo a denúncia, o banco teria feito isso priorizando o lucro em vez da proteção das vítimas.
O Bank of America afirmou que Doe apenas alegou que o banco prestou serviços de rotina a pessoas que, na época, não tinham ligação conhecida com Epstein, e que qualquer sugestão de envolvimento mais profundo era “frágil e sem fundamento”.
Em janeiro, o juiz distrital Jed Rakoff, de Manhattan, determinou que o Bank of America deve responder às acusações de Doe de que se beneficiou conscientemente do esquema de tráfico sexual de Epstein e dificultou a aplicação da Lei Federal de Proteção às Vítimas do Tráfico de Pessoas. Rakoff ainda precisa aprovar o acordo.
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Entre as transações citadas por Doe estavam pagamentos feitos a Epstein pelo bilionário Leon Black, cofundador da Apollo Global Management.
Black deixou o comando da Apollo em 2021, depois que uma auditoria externa concluiu que ele havia pago US$ 158 milhões (R$ 830,2 milhões) a Epstein por serviços de planejamento tributário e patrimonial.
O executivo negou qualquer irregularidade e afirmou não ter conhecimento das atividades criminosas de Epstein.
A expectativa era a de que Black prestasse depoimento sob juramento em 26 de março, a pedido dos advogados de Doe e do Bank of America. O depoimento não deve mais ocorrer por causa do acordo. O julgamento, previsto para 11 de maio, também será cancelado caso Rakoff aprove a resolução.
Os advogados de Doe também moveram ações contra outros supostos cúmplices do esquema de Epstein e, em 2023, fecharam acordos de US$ 290 milhões (R$ 1,5 bilhão) com o JPMorgan Chase e de US$ 75 milhões (R$ 394 milhões) com o Deutsche Bank em nome das vítimas.
Epstein morreu em uma cela de prisão em Manhattan em agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Sua morte foi considerada suicídio pelo médico‑legista de Nova York.

Fonte: g1.globo.com

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Prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS termina nesta sexta-feira (20) https://newsrio.com.br/2026/03/16/prazo-para-aderir-acordo-de-descontos-ilegais-do-inss-termina-nesta-sexta-feira-20/ Mon, 16 Mar 2026 14:33:24 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/16/prazo-para-aderir-acordo-de-descontos-ilegais-do-inss-termina-nesta-sexta-feira-20/


Termina essa semana prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS
Termina nesta sexta-feira (20) o prazo para o adesão ao acordo que vai devolver o dinheiro descontado ilegalmente das contas de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo dados da Previdência, 760 mil pessoas que já contestaram os descontos ainda precisam formalizar a adesão ao acordo para receber o dinheiro.
Esses beneficiários tiveram o direito à devolução reconhecido pelo INSS, mas ainda não concluíram o procedimento necessário para o ressarcimento.
Os descontos indevidos foram feitos por organizações sindicais e entidades associativas, que passaram a ser investigadas e também respondem judicialmente pelas irregularidades.
Ao todo, 761.644 pessoas no país entraram nos sistemas do INSS para contestar cobranças não autorizadas. Apesar de terem tido o direito reconhecido, elas ainda precisam aderir formalmente ao acordo para receber os valores.
No total, mais de 5 milhões de beneficiários tiveram direito à restituição.
Desde que o escândalo dos descontos indevidos veio à tona, em abril de 2025, quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos a aposentados e pensionistas.
Quem acredita que sofreu descontos não autorizados e ainda não procurou o INSS também pode fazer a contestação até sexta-feira (20). O pedido pode ser feito pelo aplicativo Meu INSS, nas agências dos Correios ou pelo telefone 135.
Como aderir ao acordo
Para receber os valores, o beneficiário precisa acessar o aplicativo ou site Meu INSS, entrar com CPF e senha e seguir o caminho:
acessar a aba “Consultar pedidos”;
clicar em “Cumprir exigência”;
rolar a tela até o final e selecionar a opção para aceitar o acordo.
O valor será depositado na mesma conta em que o beneficiário recebe aposentadoria ou pensão.
Alerta para golpes
Autoridades também alertam para novos golpes envolvendo falsos aplicativos que prometem ressarcimento.
Um dos exemplos é um aplicativo chamado “INSS Reembolso”, que aparece principalmente em celulares com sistema Android.
O INSS reforça que o único aplicativo oficial para esse serviço é o “Meu INSS”.
Especialistas também orientam os segurados a não clicarem em links enviados por e-mail ou mensagens de celular que prometam a devolução de valores.
Segundo o instituto, toda a comunicação oficial é feita exclusivamente pela plataforma Meu INSS, e o órgão não entra em contato por telefone, SMS ou mensagens para tratar de acordos.
Quem entrou na Justiça
Beneficiários que já entraram na Justiça para pedir ressarcimento também podem aderir ao acordo administrativo. Nesse caso, porém, será necessário abrir mão da ação judicial.
Termina essa semana prazo para aderir acordo de descontos ilegais do INSS
Reprodução/TV Globo

Fonte: g1.globo.com

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Implicância ou realidade: entenda por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul https://newsrio.com.br/2026/03/05/implicancia-ou-realidade-entenda-por-que-o-agronegocio-europeu-se-sente-ameacado-pelo-acordo-com-o-mercosul/ Thu, 05 Mar 2026 03:12:08 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/05/implicancia-ou-realidade-entenda-por-que-o-agronegocio-europeu-se-sente-ameacado-pelo-acordo-com-o-mercosul/


Por que o agronegócio europeu se sente ameaçado pelo acordo com o Mercosul
Meses de protestos e presidentes de nações importantes da União Europeia se posicionando contra o acordo com o Mercosul não vão impedir que o tratado de livre-comércio entre em vigor provisoriamente.
O acordo pode passar a valer no Brasil nos próximos 2 meses. Isso porque o Senado brasileiro aprovou nesta quarta-feira (4) decreto que viabiliza o acordo comercial. Essa é a última etapa de análise no Brasil para a entrada em vigor do tratado.
Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, o acordo começa a ser aplicado 60 dias após a assinatura do presidente Lula.
Em fevereiro, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen disse que o tratado teria validade provisoriamente após as ratificações dos países do Mercosul.
A Argentina e Uruguai também já concluíram seus processos legais internos.
Imagem da assinatura do acordo do Mercosul-UE
Reprodução/YouTube
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o anúncio da aplicação provisória do acordo foi uma “surpresa ruim”. O país é um dos maiores opositores do acordo. O presidente tenta agradar os agricultores do país, que já colocaram até mesmo esterco em sua casa de praia.
Para os economistas ouvidos pelo g1, porém, o tratado é apenas parte de um problema maior na relação entre os agricultores e os governos europeus.
Os agricultores europeus já vinham reclamando de políticas ambientais adotadas pelos governos do bloco. Essas regras exigiram mudanças na produção e elevaram os custos, acreditam Lia Valls, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ibre, e Maurício Une, economista-chefe para a América do Sul do Rabobank.
Na visão desses produtores, o acordo agrava a situação, pois eles passariam a enfrentar a concorrência de países com alta produtividade e o custos mais baixos, caso do Brasil.
Apesar de ser verdadeiro que o Brasil é mais competitivo, o acordo prevê mecanismos para proteger os europeus. Entre eles, estão as salvaguardas e as cotas de importação.
Acordo UE-Mercosul: como o agro brasileiro deve se beneficiar
A agricultura tem forte peso político na União Europeia e é vista como parte do patrimônio cultural do bloco. Por isso, o setor historicamente recebe mais proteção, o que ajuda a explicar os protestos, segundo Lia Valls, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) Ibre.
Saiba quais são os principais produtores agrícolas da UE
Arte g1
Competição
Hoje Brasil e União Europeia já disputam mercados importantes, como o asiático.
Atualmente, o mercado europeu de commodities agrícolas (produtos primários, como soja, milho, café, açúcar e carne) é dominado pelos próprios países do bloco.

Na comparação com o Brasil, além de os europeus terem custos de produção maiores, possuem uma produtividade mais baixa, afirma Valls. Tudo isso estimula o sentimento de ameaça.
Para impedir que os agricultores locais fiquem em desvantagem, os parlamentares europeus aprovaram em dezembro as chamadas salvaguardas.
Elas preveem que os benefícios tarifários do Mercosul no acordo podem ser suspensos temporariamente, caso a UE entenda que isso esteja prejudicando algum setor do agro local.
Na prática, se as importações de um determinado produto agrícola considerado sensível aumentarem em 5%, na média de três anos, a UE poderá abrir uma investigação para avaliar a possível suspensão dos benefícios.
Os integrantes da Comissão também reduziram o tempo de duração dessas investigações: de 6 para 3 meses, em geral, e de 4 para 2 meses, para produtos sensíveis.
A Comissão também propôs uma nova regra que obriga os países do Mercosul a adotar as mesmas normas de produção exigidas na União Europeia.
Além disso, alimentos considerados sensíveis, como as carnes bovina e de frango, terão cota. Esses limites definem volumes menores para o uso de tarifas reduzidas.
Para Une, tanto as salvaguardas quanto as cotas são rígidas o suficiente para evitar uma entrada excessiva de produtos brasileiros no mercado europeu.
Ele acredita também que os produtos europeus possuem uma demanda alta e resiliente. Um exemplo é o presunto de Parma, que só pode ser produzido na região italiana de Parma por causa da indicação geográfica prevista no acordo.
Essa regra determina que nenhum outro país poderá fabricar e comercializar produtos com o mesmo nome de alguns alimentos que são considerados tradicionais das nações.
Saiba também: O que a UE fez para tentar agradar o agro europeu e conseguir a aprovação do acordo com o Mercosul
No Brasil, as salvaguardas europeias não foram bem recebidas pelo setor, que sentiram que o acordo ficou menos vantajoso.
Por isso, nesta quarta-feira (4), o presidente Lula assinou o decreto que regulamente a aplicação de salvaguardas brasileiras.
Não é tudo sobre o acordo
Para Une, do Rabobank, o acordo é apenas o estopim de uma insatisfação que já vinha crescendo entre os agricultores europeus. Segundo ele, outras decisões da União Europeia contribuíram para esse descontentamento.
Desde 2023, a UE passou a adotar regras ambientais mais rígidas para a agricultura, explica o pesquisador. Essas medidas deixaram os produtores mais organizados e ativos em protestos. Para Une, a principal queixa é que “está ficando difícil ganhar dinheiro”.
Um exemplo é a lei de restauração ambiental, que entrou em vigor em agosto de 2024. Ela determina a recuperação de até 20% dos ecossistemas dos países-membros.
A norma foi vista como dura para os agricultores. Em geral, eles têm propriedades menores que as do Brasil e acreditam que teriam de reduzir suas áreas produtivas.
Há ainda outras medidas, como a diminuição do uso dos agrotóxicos, da emissão de carbono e a preocupação com a transição energética. Tudo isso aumenta os custos para os agricultores, afirma Lia Valls, da FGV Ibre.
Em contrapartida, o Parlamento Europeu adiou a lei que proíbe a importação de produtos ligados ao desmatamento para o fim de 2026.
Além disso, questões geopolíticas internacionais, como a guerra entre a Ucrânia e a Rússia, aumentaram os preços dos insumos, como fertilizantes, também gerando insatisfação.
Assim como no Brasil, o setor agrícola europeu, principalmente o francês, tem grande força política. Por isso, o país foi o grande porta-voz da insatisfação com o tratado entre os dois blocos.
Ainda assim, o presidente da França está com baixa popularidade entre seus eleitores, explica Valls.
“Toda vez que os agricultores franceses se sentem ameaçados, eles levam os tratores para Paris”, relata.
Saiba mais: Acordo pode baratear vinhos europeus e ampliar oferta de chocolates premium no Brasil
‘Patrimônio cultural’
Para muitos europeus, especialmente os franceses, proteger a agricultura é proteger um patrimônio cultural, afirma Valls.
“A agricultura é relacionada às vilas, às tradições, é importante preservar pela paisagem”, explica.
Por isso, os países europeus oferecem diversos subsídios ao setor. Entre eles está a política de preço mínimo, em que o governo define um valor mínimo a ser pago ao produtor.
Segundo Valls, essa preocupação acompanha a União Europeia desde a sua formação.
“Um dos pedidos da França era estender a política de proteção que os franceses já faziam em relação aos seus produtos agrícolas para o restante da comunidade”, explica.
Do mesmo modo, a União Europeia também tem uma Política Agrícola Comum (PAC), que define um orçamento para os agricultores.
Este ano, para acalmar os agricultores, a Comissão Europeia modificou sua proposta orçamentária para 2028-2034, para permitir que os agricultores tenham acesso antecipado a cerca de 45 bilhões de euros (R$ 286 bilhões).
O que está em jogo para o agro brasileiro no acordo UE-Mercosul

Fonte: g1.globo.com

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Senado aprova acordo entre Mercosul e União Europeia https://newsrio.com.br/2026/03/04/senado-aprova-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/ Wed, 04 Mar 2026 22:16:26 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/04/senado-aprova-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/


Imagem da assinatura do acordo do Mercosul-UE
Reprodução/YouTube
O Senado aprovou nesta quarta-feira (4), por unanimidade, o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE), que pode criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. O Senado é a última etapa de análise no Brasil para a entrada em vigor do acordo entre os blocos.
O tratado, assinado em 17 de janeiro no Paraguai, prevê a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, que chegam a mais de 90% do comércio total entre os blocos.
Negociado há mais de 25 anos, o tratado prevê a redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio de produtos industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios.
No Senado, a relatoria ficou a cargo da líder do PP, Tereza Cristina (PP-MS), que chamou o acordo de “incomensurável” em função das possibilidades que ele abre em relação a redução de tarifas e desenvolvimento econômico das regiões envolvidas.
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“O alcance do Acordo ultrapassa, de forma incomensurável, a redução de tarifas ou o estabelecimento de quotas. Seu potencial realmente transformador reside nas disciplinas voltadas a temas emergentes que estruturam as bases da competitividade contemporânea: investimentos, fluxos financeiros, serviços, meios de pagamento, transferência de tecnologia, acesso a compras governamentais e regras de concorrência, entre outros”, disse Cristina.
700 milhões de pessoas
O acordo criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, ligando os dois blocos em um mercado de mais de 700 milhões de pessoas.
A expectativa é que o acordo comercial passe a integrar melhor os mercados dos dois blocos, reduza tarifas e amplie o fluxo de bens e investimentos entre a América do Sul e a zona do euro
Apesar da investida de legisladores da União Europeia, que impuseram um revés ao acordo comercial ao encaminhá-lo ao Tribunal de Justiça da União Europeia — movimento que pode atrasar a implementação em até dois anos —, a expectativa de diplomatas é que o documento passe a ser aplicado de forma provisória já em março.
União Europeia vai aplicar provisoriamente acordo com o Mercosul
“O mundo atual é mais fragmentado, mais cético e mais protecionista. Isso torna o acordo com nossos parceiros europeus ainda mais atual — e ainda mais necessário”, afirmou a relatora.
Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), enalteceu o compromisso e a celeridade do Congresso Brasileiro para aprovação da proposta que está em discussão há três décadas.
“O parlamento brasileiro demonstra mais uma vez uma maturidade institucional que nós temos e que a cada movimento como este é a constatação de que o parlamento brasileiro está ao lado dos grandes temas de interessa da sociedade”.
Salvaguardas bilaterais
Ainda na tarde desta terça-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou um decreto que regulamenta a aplicação de medidas chamadas de “salvaguardas bilaterais” , ou seja, são mecanismos de proteção comercial para acordos de livre comércio ou acordos que prevejam alguma preferência tarifária.
A medida pode ser aplicada, por exemplo, ao acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia. As normas não serão exclusivas para a União Europeia e valerão para outros acordos que contenham cláusulas de salvaguarda.
As salvaguardas poderão ser adotadas quando houver aumento significativo das importações em relação à produção nacional ou ao consumo interno, capaz de ameaçar ou causar prejuízo à indústria brasileira.
Na prática, é como um “freio” previsto em acordos comerciais, assim o país pode, por exemplo, elevar tarifas, limitar volumes importados ou suspender preferências tarifárias para dar uma “fôlego” aos produtores locais, enquanto o setor se ajusta à concorrência externa.
Procedimento é repetido nos países
Além da tramitação no Brasil, o acordo Mercosul-União Europeia precisa ser aprovado internamente por cada país do Mercosul, de acordo com seus próprios ritos legislativos.
Somente após a ratificação por todos é que o tratado estará plenamente em vigor. Até lá, o acordo pode entrar em funcionamento em momentos distintos em cada país, a depender do avanço dos processos internos.

Fonte: g1.globo.com

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Novo acordo de cavalheiros? Paes e Ceciliano fazem as pazes um mês após “treta” relacionada à disputa pelo governo do Rio %pagNovo acordo de cavalheiros? Paes e Ceciliano fazem as pazes um mês após “treta” relacionada à disputa pelo governo do Rioe% https://newsrio.com.br/2026/02/27/novo-acordo-de-cavalheiros-paes-e-ceciliano-fazem-as-pazes-um-mes-apos-treta-relacionada-a-disputa-pelo-governo-do-rio-pagnovo-acordo-de-cavalheiros-paes-e-ceciliano-fazem-as-pazes-um-mes-apos-tr/ Fri, 27 Feb 2026 22:31:34 +0000 https://newsrio.com.br/2026/02/27/novo-acordo-de-cavalheiros-paes-e-ceciliano-fazem-as-pazes-um-mes-apos-treta-relacionada-a-disputa-pelo-governo-do-rio-pagnovo-acordo-de-cavalheiros-paes-e-ceciliano-fazem-as-pazes-um-mes-apos-tr/

Nada como um bom almoço para selar a paz no cenário político em meio ao início, no mínimo intenso, da corrida pelo Palácio Guanabara que acontece em outubro deste ano. Um mês após trocarem ofensas publicamente, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD) e o secretário de Assuntos Legislativos do governo Lula (PT), André Ceciliano (PT), fizeram as pazes nesta sexta (27), durante um almoço na capital fluminense.

Ainda que tenha oferecido a vaga de vice em sua chapa para Jane Reis (MDB) — que faz parte do grupo de aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — Paes (PSD) voltou a sinalizar — durante encontro com Ceciliano (PT) — que abrirá palanque no Rio para a campanha de reeleição de Lula (PT) à Presidência.

“Eu disse ao Eduardo que, se ele falar que é 100% Lula (PT), eu também sou 100% Eduardo Paes (PSD). Ele fará campanha para o presidente Lula (PT), que é a nossa prioridade na eleição deste ano”, disse Ceciliano (PT), que fez uma publicação nas redes sociais onde afirmou que “não há briga que não possa terminar com um abraço e um bom aperto de mão”. O texto veio acompanhado por uma foto da campanha de 2022 em que o secretário aparece de mãos dadas com Paes (PSD) e Lula (PT).

Na publicação, Ceciliano (PT) fez questão de ressaltar que Paes (PSD) está engajado no projeto para eleger Lula (PT) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Troca de ofensas nas redes sociais

Há um mês — diferentemente do cenário amistoso vivido pelos políticos nesta sexta (27) — Eduardo Paes (PSD) e André Ciciliano (PT) trocaram ofensas públicas em meio às suposições sobre os candidatos concorrentes ao governo do Rio. À época, Paes (PSD) havia acusado Ceciliano (PT) de querer concorrer ao governo estadual com apoio do presidente afastado da Assembleia Legislativa (Alerj), Rodrigo Bacellar — indicado nesta sexta (27) pela Polícia Federal sob acusação de ligação com o Comando Vermelho — e sugeriu que o movimento atenderia a “práticas de conexão com o crime”.

Em reação à acusação, também em janeiro, Ceciliano (PT) ironizou o prefeito do Rio pelo que chamou de “fala nervosinha” — expressão que faz referência ao apelido de “nervosinho”, atribuído a Paes (PSD) em delação premiada de executivos da Odebrecht à época da Lava-Jato.

A “treta” instaurada entre Paes (PST) e Ceciliano (PT) surgiu devido à movimentação do petista para concorrer em uma eventual eleição fora de época ao governo do Rio — que ocorrerá em caso de renúncia do governador Cláudio Castro (PL). Com esse possível cenário, a Alerj precisaria eleger, até maio, um novo governador para um mandato-tampão, com validade até o fim do ano. Por já ter presidido a Alerj e ter boa relação com deputados estaduais de diferentes partidos, a possível candidatura de Ceciliano (PT) passou a ser vista com desconfiança por Paes (PSD), visto que o petista, se eleito, só poderia disputar a reeleição para governador na eleição de outubro — quando o próprio Paes (PSD) concorrerá aO cargo.

Articulações para o possível mandato-tampão

A estratégia do PSD e de Paes é contestar no STF as regras aprovadas pela Alerj para essa eleição indireta, o que pode acabar adiando o pleito — fazendo com que o tempo disponível para Douglas Ruas (PL) — secretário estadual de Cidades, apontado nesta semana por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para liderar a chapa do seu partido ao Palácio Guanabara — ou outro candidato do PL à frente da máquina estadual — diminua antes das eleições de outubro.

Em paralelo a isso, Paes (PSD) vem buscando atrair partidos e parlamentares que estão na base do governador Cláudio Castro (PL). Embora venha fazendo acenos ao bolsonarismo, Paes considera relevante, por outro lado, ter o apoio do PT e de Lula já no primeiro turno da eleição estadual.

Nova visita de Lula

Além de fazerem as pazes, Paes (PSD) e Ceciliano (PT) aproveitaram o encontro amistoso desta sexta (27) para debater detalhes de uma terceira visita de Lula (PT) ao Rio ainda neste ano. O presidente deve visitar a capital fluminense na próxima quinta-feira (05) para acompanhar obras viárias em Campo Grande, na Zona Oeste, e também para uma agenda relacionada a ações do governo federal no Aeroporto do Galeão.

Fonte: temporealrj.com

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Warner Bros assina acordo com a Paramount, diz agência https://newsrio.com.br/2026/02/27/warner-bros-assina-acordo-com-a-paramount-diz-agencia/ Fri, 27 Feb 2026 19:00:19 +0000 https://newsrio.com.br/2026/02/27/warner-bros-assina-acordo-com-a-paramount-diz-agencia/


Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
A Warner Bros. Discovery assinou um acordo com a Paramount nesta sexta-feira (27), diz a agência Reuters. A notícia teria sido divulgada pelo diretor de receita e estratégia, Bruce Campbell, em reunião geral da empresa.
O acordo vem após a Netflix anunciar que não irá aumentar sua proposta e abandonar a disputa pelo estúdio. Com isso, vence a oferta da empresa comandada por David Ellison, avaliada em cerca de US$ 110 bilhões.
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A união da Warner Bros. Discovery pela Paramount deve criar um dos maiores grupos de entretenimento do mundo, com um catálogo que reúne marcas como HBO, DC Comics, “Harry Potter” e “Game of Thrones” e uma base estimada em cerca de 200 milhões de assinantes.
O negócio, que ainda precisa ser aprovado pelo conselho da Warner e por órgãos reguladores nos Estados Unidos, tem potencial para redesenhar o mercado global do entretenimento e do streaming.
A disputa pela Warner
Antes, a Warner havia informado que a nova oferta da Paramount, de US$ 31 por ação, era superior ao acordo em vigor com a Netflix.
Com isso, a plataforma de streaming teria quatro dias úteis para apresentar uma contraproposta ou abandonar a disputa — o que acabou ocorrendo após o anúncio da Warner.
“A transação que negociamos criaria valor para os acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória. No entanto, com o preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o acordo deixou de ser financeiramente atraente”, afirmaram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em comunicado.
A oferta da Paramount avalia a Warner em cerca de US$ 110 bilhões, incluindo a dívida, enquanto a proposta da Netflix somava US$ 83 bilhões e excluía ativos como CNN e Discovery.
A disputa começou em dezembro de 2025, quando a Netflix firmou um acordo para comprar parte dos ativos da Warner, com foco nos negócios de estúdio e streaming.
Em seguida, a Paramount entrou na negociação com uma proposta concorrente para adquirir a empresa inteira, incluindo os canais tradicionais.
Nesta quinta, a Warner classificou a nova oferta da Paramount como “superior” e deu prazo para que a Netflix cobrisse o valor — o que não aconteceu.
A proposta da Paramount prevê o pagamento de US$ 31 por ação e inclui a dívida da Warner. A empresa também se comprometeu a pagar uma multa maior caso o negócio seja barrado por autoridades regulatórias, numa tentativa de tornar a oferta mais atrativa para os acionistas.
O que está em jogo
O impacto da operação vai além do valor bilionário. A Warner concentra algumas das marcas mais valiosas da indústria do entretenimento, enquanto a Paramount busca ganhar escala para competir com gigantes como Netflix e Disney em um mercado cada vez mais concentrado no streaming.
Ao contrário da Netflix, a proposta da Paramount envolve todo o grupo Warner Bros. Discovery, incluindo a CNN, a HBO e outras redes de TV a cabo.
Caso a operação seja aprovada, a família Ellison passará a controlar algumas das principais marcas do jornalismo nos EUA, como a CBS News, o programa 60 Minutes e a CNN.
Com a incorporação dos ativos da Warner, a Paramount também ampliaria sua base de assinantes e fortaleceria sua presença em cinema, TV e plataformas digitais.
Analistas avaliam que o movimento pode criar um grupo com catálogo mais robusto, maior poder de negociação e mais recursos para produção de conteúdo.
Embora a Warner tenha classificado a oferta da Paramount como superior à da Netflix, a operação depende de etapas formais, como a aprovação do conselho de administração, a assinatura dos contratos definitivos e o aval dos órgãos reguladores dos Estados Unidos, que vão avaliar os impactos sobre concorrência e concentração no setor de mídia.

Fonte: g1.globo.com

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