competir – News Rio https://newsrio.com.br Notícias do RIo Tue, 14 Apr 2026 12:41:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://newsrio.com.br/wp-content/uploads/2026/03/272x90-150x90.png competir – News Rio https://newsrio.com.br 32 32 Amazon compra Globalstar para competir com Starlink, de Musk https://newsrio.com.br/2026/04/14/amazon-compra-globalstar-para-competir-com-starlink-de-musk/ Tue, 14 Apr 2026 12:41:00 +0000 https://newsrio.com.br/2026/04/14/amazon-compra-globalstar-para-competir-com-starlink-de-musk/


Logo da Amazon, gigante da tecnologia.
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A Amazon anunciou nesta terça-feira (14) que vai adquirir a empresa de satélites Globalstar em um acordo de US$ 11,57 bilhões.
A operação reforça o negócio ainda inicial de satélites da companhia, que busca competir com a Starlink, de Elon Musk.
As ações da Globalstar subiram mais de 9% no pré-mercado, após acumularem alta superior a 6% nas duas últimas semanas, impulsionadas por notícias sobre negociações entre as empresas.
No ano passado, os papéis quase dobraram de valor e já avançaram cerca de 12% em 2026, antes da confirmação do acordo.
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A Amazon planeja ampliar sua rede com o lançamento de cerca de 3.200 satélites em órbita baixa da Terra até 2029. Metade desse total precisa estar em operação até julho de 2026, prazo regulatório.
Atualmente, a empresa opera mais de 200 satélites e se prepara para lançar seu serviço de internet via satélite ainda este ano.
O fundador e ex-CEO Jeff Bezos iniciou o projeto de satélites da Amazon em 2019, sob o nome Project Kuiper, hoje chamado Amazon Leo.
Já a Starlink, de Elon Musk, líder no mercado de internet via satélite, opera mais de 10 mil satélites e atende mais de 9 milhões de usuários em todo o mundo.
Com sede em Covington, no estado da Louisiana (EUA), a Globalstar é conhecida por fornecer a tecnologia do recurso “SOS de Emergência” da Apple.
A empresa opera cerca de duas dezenas de satélites em órbita baixa. No fim do ano passado, anunciou o desenvolvimento de uma nova rede com apoio da Apple, que deve ampliar esse número para 54 satélites, incluindo unidades de reserva.
A Globalstar oferece serviços de voz, dados e rastreamento de ativos para clientes dos setores empresarial, governamental e de consumo.

Fonte: g1.globo.com

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França considera um ‘retrocesso’ teste do COI que proíbe mulheres trans de competir https://newsrio.com.br/2026/03/27/franca-considera-um-retrocesso-teste-do-coi-que-proibe-mulheres-trans-de-competir/ Fri, 27 Mar 2026 14:21:22 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/27/franca-considera-um-retrocesso-teste-do-coi-que-proibe-mulheres-trans-de-competir/ França considera um ‘retrocesso’ teste do COI que proíbe mulheres trans de competir

A França expressou sua “profunda preocupação” nesta sexta, 27, em relação ao anúncio do Comitê Olímpico Internacional (COI) de restabelecer os testes genéticos de verificação de sexo a partir dos Jogos de Los Angeles em 2028 — uma medida descrita como um “retrocesso” pela ministra do Esporte, Marina Ferrari.

“Somos contrários ao uso generalizado de testes genéticos, o que suscita inúmeras questões éticas, jurídicas e médicas — particularmente à luz da legislação francesa sobre bioética”, a qual proíbe tais testes, afirmou a ministra em um comunicado à imprensa.

Quase 30 anos após abandonar a prática, o COI indicou na quinta, 26, que os testes de feminilidade seriam restabelecidos, excluindo, assim, efetivamente as atletas transgênero e um grande segmento de atletas intersexo das competições esportivas femininas nos Jogos de Los Angeles.

“A França toma nota” dessa decisão, mas “em nome do governo francês, desejo expressar nossa profunda preocupação em relação a essa decisão”, observou Ferrari. “Os testes, introduzidos pela primeira vez em 1967, foram descontinuados em 1999 devido a fortes ressalvas dentro da comunidade científica quanto à sua utilidade. A França lamenta esse retrocesso”, lamentou a ministra.

Ferrari acredita que a decisão do COI “suscita sérias preocupações na medida em que visa especificamente as mulheres, estabelecendo uma distinção que viola o princípio da igualdade”.

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O COI utilizou testes de verificação de sexo cromossômico entre 1968 e os Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996, antes de abandoná-los em 1999 sob pressão da comunidade científica — que questionava sua validade — e de sua própria delegação de atletas.

Pressão de Trump

Embora a nova presidente do COI, Kirsty Coventry, ainda não tenha se reunido com Donald Trump — o anfitrião dos Jogos de 2028 —, a política elimina a principal questão que poderia ter provocado um conflito com o presidente americano. Desde o início de seu segundo mandato, Trump excluiu as atletas transgênero das competições esportivas femininas por decreto — uma medida que ia contrariava as regras do COI vigentes na época.

Teste SRY

“A elegibilidade para qualquer evento de categoria feminina nos Jogos Olímpicos ou em qualquer outro evento do COI, incluindo esportes individuais e coletivos, agora está limitada a mulheres biológicas”, afirmou o Comitê Olímpico Internacional, “determinada com base em uma triagem única do gene SRY”.

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O teste analisa a presença do gene SRY, ligado ao cromossomo Y, a partir da coleta de saliva, swab bucal ou amostra de sangue.

Atletas com resultado negativo no teste têm elegibilidade permanente para competir na categoria feminina, “a menos que haja motivos para acreditar que uma leitura negativa esteja incorreta, este será um teste realizado uma única vez na vida”, determina o documento do COI.

Quem testar positivo, o COI afirma que será elegível para eventos de “qualquer categoria masculina, inclusive em uma vaga masculina designada dentro de qualquer categoria mista, e qualquer categoria aberta ou em esportes e eventos que não classificam atletas por sexo”.

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A decisão não é retroativa. Portanto, proibida de participar da próxima edição olímpica, a atual bicampeã olímpica nos 800 m, Caster Semenya, não terá seus resultados anteriores invalidados. A sul-africana possui hiperandrogenismo, um tipo de DDS, e seu corpo naturalmente produz níveis elevados de testosterona. Ela venceu a medalha de ouro na prova de atletismo em Londres 2012 e Rio 2016.

(Com AFP)

Fonte: veja.abril.com.br

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Vem mais medalha? Saiba quando Lucas Pinheiro volta a competir na neve italiana https://newsrio.com.br/2026/02/14/vem-mais-medalha-saiba-quando-lucas-pinheiro-volta-a-competir-na-neve-italiana/ Sat, 14 Feb 2026 14:12:46 +0000 https://newsrio.com.br/2026/02/14/vem-mais-medalha-saiba-quando-lucas-pinheiro-volta-a-competir-na-neve-italiana/ Vem mais medalha? Saiba quando Lucas Pinheiro volta a competir na neve italiana

O sábado de Carnaval no Brasil começou com festa verde-amarela na neve: o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro, de 25 anos, conquistou a medalha de ouro no Slalom Gigante dos Jogos de Milão-Cortina, fazendo com que a primeira conquista do Brasil fosse no topo do pódio.

Lucas, nascido na Noruega e naturalizado brasileiro em 2024, desbancou os suíços para subir ao pódio.

O esquiador, no entanto, pode fazer um novo Carnaval na neve suíça ainda no meio da folia: ele compete na próxima segunda-feira, 16, no Slalom Clássico. A prova tem o mesmo formato do gigante: com duas descidas.

Lucas coloca os esquis na neve às 6h, pelo horário de Brasília. A segunda descida está marcada para as 9h30. As competições serão transmitidas pelo Sportv, Ge.TV e Cazé TV.

Fonte: veja.abril.com.br

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Novo SUV da Renault: Boreal chega por R$ 179.990 e vai competir com Compass e Corolla Cross https://newsrio.com.br/2025/10/14/novo-suv-da-renault-boreal-chega-por-r-179-990-e-vai-competir-com-compass-e-corolla-cross/ Tue, 14 Oct 2025 17:15:25 +0000 https://newsrio.com.br/2025/10/14/novo-suv-da-renault-boreal-chega-por-r-179-990-e-vai-competir-com-compass-e-corolla-cross/


Renault Boreal: o novo concorrente de Compass e Corolla Cross
A Renault anunciou nesta terça-feira (14) a pré-venda do seu primeiro SUV de porte médio para o mercado brasileiro: o Boreal. Vendido em três versões, o preço inicial do carro é de R$ 179.990. (Veja mais abaixo os preços de cada uma das versões)
Como o g1 já mostrou em julho, o novo SUV da Renault chega para disputar espaço com Jeep Compass, Ford Territory e Toyota Corolla Cross. Veja a faixa de preço dos rivais:
Toyota Corolla Cross: de R$ 188.990 a R$ 219.890;
Jeep Compass: de R$ 169.990 a R$ 264.990;
BYD Song: de R$ 189.990 a R$ 299.800;
CAOA Chery Tiggo 7 Pro Max Drive: R$ 169.990;
GWM Haval H6: de R$ 199 mil a R$ 288 mil;
Volkswagen Taos: de R$ 206.990 a R$ 231.990;
Ford Territory: R$ 215 mil;
Honda ZR-V: R$ 214.500.
Apresentado globalmente a partir do Brasil, o lançamento reforça a importância do país na estratégia internacional da Renault, e adiciona mais um concorrente ao segmento de SUVs — o que mais cresce no mercado nacional.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), os SUVs já representam 53% das vendas no país, superando com folga qualquer outro tipo de veículo.
Com o Boreal, a marca francesa completa sua linha de SUVs:
Atualmente, o Renault Kardian atua no segmento de entrada (categoria A), onde também concorrem o Fiat Pulse e o Volkswagen T-Cross.
O Duster representa a Renault no segmento B, competindo com modelos como Jeep Renegade, Hyundai Creta, Novo Chevrolet Tracker e os Volkswagen Nivus e T-Cross.
Agora, o Boreal chega para atender o consumidor que busca um veículo espaçoso, com bom porta-malas, dentro do chamado segmento C dos utilitários esportivos.
Embora seja um modelo global, o Boreal será direcionado a mercados fora da Europa.
Na Europa, a Renault já oferece o Bigster, da Dacia (sua subsidiária no Leste Europeu), e o Koleos, voltado para a Europa Ocidental, com uma proposta mais sofisticada.
Produzido na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, o Boreal será exportado para 17 países da América Latina.
O novo SUV médio da Renault chega em três versões diferentes, disponíveis em seis cores: Evolution, Techno e Iconic.
Veja abaixo os preços de partida de cada uma das versões:
Boreal Evolution: R$ 179.990
Boreal Techno: R$ 199.990
Boreal Iconic: R$ 214.990
Renault Boreal: SUV rival de Compass e Corolla Cross no Brasil
Motorização
O Boreal já vem equipado com o motor 1.3 turbo de quatro cilindros, também utilizado no Duster e na picape Oroch. Esse propulsor entrega 163 cv de potência e 27,5 kgfm de torque.
Em termos de torque, o desempenho é semelhante ao do Jeep Compass, que também utiliza um motor 1.3 turbo da Stellantis. No entanto, tanto o Compass quanto o Toyota Corolla Cross entregam mais potência, com 176 cv e 177 cv, respectivamente.
Vale destacar que o SUV da Toyota, líder de vendas na categoria no acumulado do ano, é o único que ainda não adotou o “downsizing” — tendência que reduz o tamanho do motor e adiciona turbocompressor para melhorar a eficiência no consumo de combustível.
As versões também já contam com transmissão automatizada de dupla embreagem com seis marchas.
O Renault Boreal é equipado com transmissão automatizada de dupla embreagem com seis marchas
Divulgação | Renault
Embora o motor 1.3 turbo apresente bom desempenho no Duster e na Oroch, ainda não se sabe como ele se comportará no Boreal. O alerta é o caso do Compass, que utiliza o mesmo motor do Renegade: enquanto oferece desempenho empolgante no modelo menor, não impressiona tanto no SUV médio.
O g1 ainda não testou o Boreal, mas é possível estimar seu desempenho com base em modelos concorrentes. O portal avaliou o Ford Territory, SUV de porte semelhante e com números próximos de potência e torque.
O Territory entrega 169 cv e 25,5 kgfm de torque. Com esses números e peso superior a 1.600 kg, o desempenho não empolga. É suficiente para viagens em família sem grandes dificuldades, mas as ultrapassagens exigem atenção, especialmente com o veículo carregado.
Confira a ficha técnica do Boreal e de seus principais rivais:

Como mencionado anteriormente, o Boreal utiliza um câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas. Nesse aspecto — apesar das semelhanças entre os motores turbinados —, as montadoras adotam soluções bastante distintas.
A Toyota, por exemplo, utiliza transmissão CVT. Ford e Renault optam pelo câmbio automatizado. A Jeep adota o câmbio automático convencional com conversor de torque.
Cada sistema tem seus prós e contras. A transmissão automatizada de dupla embreagem — no caso da Renault, com embreagem banhada em óleo — é a mais eficiente, oferecendo trocas de marcha mais rápidas. Isso permite equilibrar esportividade e economia de combustível.
Por outro lado, quando ocorrem falhas nesse tipo de câmbio, o reparo tende a ser mais caro e tecnicamente complexo.
O Renault Boreal tem 4,56 m de comprimento
Divulgação | Renault
A transmissão CVT (sigla para “transmissão continuamente variável”) funciona com duas polias cônicas e uma correia metálica, ajustando continuamente a relação de marchas. É semelhante ao sistema de marchas de uma bicicleta, mas com cones no lugar das catracas.
O CVT prioriza a eficiência no consumo, mantendo o motor sempre na faixa ideal de rotação. No entanto, não é a melhor opção para quem busca uma condução mais esportiva.
Já o câmbio automático convencional é o mais simples em termos de manutenção, mas não oferece a mesma eficiência do CVT nem a agilidade nas trocas proporcionada pela transmissão de dupla embreagem.
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Dimensões
O Boreal é maior que o Corolla Cross e o Compass, mas perde em comprimento para o Territory. Para garantir bom espaço interno, o entre-eixos do Renault é de 2,70 m — uma medida competitiva em relação aos modelos da Jeep e da Toyota, embora ainda fique 2 cm abaixo do oferecido pelo rival da Ford.
O espaço interno do Boreal é digno de elogios. No entanto, não chega a ser tão generoso quanto o do Territory. Acaba que o espaço interno de um carro é como um cobertor curto: ao cobrir um lado, acaba descobrindo outro.
Enquanto o SUV médio da Ford oferece mais conforto para os ocupantes, o porta-malas do Boreal se destaca com impressionantes 522 litros. Isso representa 74 litros a mais que o do Territory, 82 litros a mais que o do Corolla Cross e 112 litros a mais que o do Compass.
O SUV tem porta-malas com 522 litros de capacidade
Divulgação | Renault
O Boreal supera até mesmo o Fiat Fastback, um SUV cupê conhecido pelo amplo porta-malas de 516 litros, sendo referência em sua faixa de preço.
Esse bom aproveitamento de espaço é resultado da plataforma modular RGMP (Renault Group Modular Platform), que serve de base para diversos modelos da marca. Essa mesma estrutura é utilizada no Kardian, que é um SUV subcompacto.
A Renault também planeja lançar, sobre essa mesma base, o Niagara — um modelo ainda maior que o Boreal, embora sua chegada ao mercado brasileiro ainda não esteja confirmada.
O conceito Niagara, o próximo lançamento da Renault, é a picape do Boreal
Divulgação | Renault
Acabamento e equipamentos
Apesar do bom espaço interno, o acabamento das portas traseiras deixa a desejar. Elas são quase inteiramente revestidas em plástico, com exceção de uma pequena faixa de couro sintético na área do apoio de braço e do comando dos vidros elétricos.
Na parte traseira, há apoio de braço central com dois porta-copos, além de duas entradas USB-C para carregamento de dispositivos. E nesse quesito, o Boreal se destaca: há mais duas entradas USB-C na parte dianteira e um carregador por indução, permitindo que todos os cinco ocupantes carreguem seus celulares sem dificuldades.
Na frente, o acabamento é mais refinado. Há revestimentos em couro e materiais macios ao toque nas portas e no painel. É nesse conjunto que se destacam as luzes de ambientação, refletidas sobre uma superfície que imita aço escovado. O usuário pode escolher entre 48 opções de cores, de acordo com sua preferência.
O revestimento das portas traseiras deixou a desejar
Divulgação | Renault
O painel de instrumentos é composto por duas telas de 10,1 polegadas. A central multimídia é um dos grandes diferenciais do Boreal, pois já vem com o sistema Google Automotive nativo. Isso significa que o sistema possui conexão com a internet e permite a instalação de mais de cem aplicativos diretamente na central.
Com isso, o motorista não depende do celular nem de Android Auto ou Apple CarPlay. É possível instalar apps de navegação, música, streaming, academias e muito mais — como se fosse um smartphone integrado ao carro.
Os comandos de voz também são destaque: rápidos, precisos e capazes de controlar diversas funções do veículo, como o ar-condicionado, responder mensagens, consultar o status do carro, entre outros.
O painel de instrumentos de 10 polegadas também pode mostrar a navegação
Divulgação | Renault
O painel de instrumentos do Boreal funciona praticamente como uma extensão da central multimídia. Por ser totalmente configurável, permite exibir a navegação, além de informações essenciais como velocidade, conta-giros e nível de combustível.
Isso facilita a condução, já que o motorista pode manter o foco na estrada sem precisar alternar entre telas. É possível, por exemplo, deixar o trajeto no painel de instrumentos e, ao mesmo tempo, manter aplicativos de música e notícias — como o app do g1 — abertos na central multimídia.
Além disso, o Boreal conta com sistema de som Harman Kardon com dez alto-falantes e um pacote completo de assistências à condução (ADAS). Na versão avaliada pelo g1, os recursos incluem:
Piloto automático adaptativo;
Centralização e permanência em faixa;
Assistente de manutenção de faixa de emergência (detalhado abaixo);
Alerta de saída segura para os ocupantes;
Park Assist (recurso que o Ford Territory perdeu na linha 2025);
Câmera 360º;
Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros;
Cinco modos de condução: Eco, Smart, Confort, Sport e Personalizável;
Assistente de manutenção de faixa de emergência (e-LKA): atua em situações críticas, como risco de saída involuntária da faixa, presença de veículos em sentido contrário ou ultrapassagens perigosas. O sistema emite alertas e realiza correções na direção para manter o carro na trajetória, reduzindo o risco de colisões.

Fonte: g1.globo.com

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Projeto defende que atletas trans só possam competir com trans em competições esportivas e paradesportivas no RJ https://newsrio.com.br/2025/05/16/projeto-defende-que-atletas-trans-so-possam-competir-com-trans-em-competicoes-esportivas-e-paradesportivas-no-rj/ https://newsrio.com.br/2025/05/16/projeto-defende-que-atletas-trans-so-possam-competir-com-trans-em-competicoes-esportivas-e-paradesportivas-no-rj/#respond Fri, 16 May 2025 16:47:13 +0000 https://newsrio.com.br/2025/05/16/projeto-defende-que-atletas-trans-so-possam-competir-com-trans-em-competicoes-esportivas-e-paradesportivas-no-rj/ Projeto defende que atletas trans só possam competir com trans em competições esportivas e paradesportivas no RJ

Foto: Alexandre Macieira | Riotur

O Estado do Rio de Janeiro poderá ser o primeiro no Brasil a criar uma categoria trans ou não-binária para competidores em partidas esportivas e paradesportivas. É o que estabelece o Projeto de Lei 466/2023, da deputada Índia Armelau (PL), que está em análise na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A proposta segue uma tendência mundial de discussão e decisões relacionadas a atletas transgêneros.

De acordo com o projeto, a criação da categoria trans ou não-binária abrangeria qualquer modalidade esportiva, individual ou coletiva, equipes, times, associações, federações, clubes, agremiações, institutos e empresas privadas, cuja manutenção das atividades ou realização seja vinculada, direta ou indiretamente ao poder público estadual, seja na forma de patrocínio ou subvenção direta ou indireta.

A proposta estabelece que federações, entidades ou clubes de desportos ou paradesportos que possuírem sede no Estado do Rio de Janeiro, e instituírem a categoria trans ou não-binária em suas modalidades, deverão dispor de departamento e vestiário neutros para uso exclusivo dos atletas da referida categoria, no mesmo padrão daquele oferecido aos atletas binários, com os espaços dotados de acessibilidade à Pessoas Com Deficiência ou com mobilidade reduzida.

O projeto de lei também determina punições. A federação, entidade ou clube que descumprir os termos da Lei será multada em até 5 mil UFIR-RJ. Em caso de reincidência, multa aplicada em dobro, com suspensão da autorização de funcionamento pelo prazo de cinco dias. Na terceira recidiva, o estabelecimento poderá ser interditado por seis meses, com suspensão imediata da licença de funcionamento, além do pagamento de dez vezes o valor da multa, somente podendo requerer nova licença após dois anos, a contar da data da interdição.

Já o atleta transgênero que omitir sua condição da respectiva entidade do desporto ou paradesporto, se inscrevendo em eventos de categorias masculinas e femininas, poderá ser banido do esporte, e responder por doping, conforme normas do Código Mundial Anti Dopagem.

A deputada Índia Armelau justifica que regulamentar a prática desportiva e paradesportiva de atletas trans e não-binários atende a um clamor da sociedade para assegurar a prática de esportes e por fim à problemática de melhor desempenho de atletas trans, principalmente quando competem com mulheres cisgênero.

A criação de categoria própria para atletas transexuais ou não-binários nos esportes de forma profissional possibilita a chance de viverem da atividade, sem nenhuma intenção preconceituosa contra transgêneros ou não-binários. A única intenção é assegurar a igualdade de força física entre atletas e equipes que disputam títulos dentro do Estado do Rio de Janeiro”, argumenta a deputada Índia Armelau, que concedeu coautoria do PL 466/2023 ao deputado Rodrigo Amorim (União).

A proposta em tramitação na Assembleia Legislativa do Rio não só aprimora a igualdade de gênero nas competições esportivas, como também representa um avanço comparada ao que ocorre em outros países que anunciaram banimentos sem garantir que atletas trans ou não-binários poderão participar de competições. 

Na Inglaterra, a partir de 1 de junho de 2025, mulheres transgênero não poderão mais competir no futebol feminino, após decisão da Suprema Corte do Reino Unido. A mais alta corte britânica decidiu que apenas mulheres biológicas, e não transgênero, atendem à definição de mulher, segundo as leis de igualdade, uma decisão histórica recebida com preocupação pelos apoiadores transgênero, mas elogiada pelo governo por trazer clareza.

A Federação Escocesa de Futebol (SFA) também anunciou recentemente que baniria mulheres transgênero do futebol feminino.

Como um esporte com impacto de gênero, a diretoria da Federação Escocesa de Futebol (SFA) determinou que, a partir do início da temporada 2025-26, apenas mulheres biológicas poderão jogar no futebol feminino e feminino competitivo, que é regido pela SFA”, afirmou em um comunicado.

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Fonte: diariodorio.com

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