fila – News Rio https://newsrio.com.br Notícias do RIo Sun, 15 Mar 2026 08:54:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://newsrio.com.br/wp-content/uploads/2026/03/272x90-150x90.png fila – News Rio https://newsrio.com.br 32 32 Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará; caso expõe gargalos do transporte no Brasil https://newsrio.com.br/2026/03/15/sem-banheiro-e-agua-caminhoneiros-relatam-dias-em-fila-em-porto-no-para-caso-expoe-gargalos-do-transporte-no-brasil/ Sun, 15 Mar 2026 08:54:33 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/15/sem-banheiro-e-agua-caminhoneiros-relatam-dias-em-fila-em-porto-no-para-caso-expoe-gargalos-do-transporte-no-brasil/


Sem banheiro e água: caminhoneiros relatam dias em fila em porto no Pará
Dias parados dentro de um caminhão, sem dormir, água para beber ou banheiro perto, foi por esta situação que motoristas que escoam a safra de soja deste ano passaram para chegar ao porto de Miritituba, no Pará.
No fim de fevereiro, a fila de caminhões chegou a 45 km, invadindo a BR-163. O local é uma das principais rotas de escoamento da produção no Norte do país, recebendo grãos do Mato Grosso.
“A situação era precária. Banho era no igarapé, banheiro era o mato. Não tem o que fazer”, relata o caminhoneiro Álvaro José Dancini, que ficou dois dias na fila.
O motorista Jefferson Bezerra também enfrentou o congestionamento. Ele ficou 40 horas parado na estrada e mais 12 horas esperando dentro do porto.
“Quem tinha alguma coisa dentro do caminhão, comia. Quem não tinha, ficava com fome. Ainda bem que os postos ali mais próximos passavam com carro dando água para nós”, disse.
Além do desconforto, os caminhoneiros também têm prejuízo financeiro.
“A gente depende de fazer os fretes. Então, se você fica três dias parado numa fila, é três dias que você não está recebendo nada, porque eles não pagam a estadia. É só prejuízo”, conta Renan Galina.
Da esquerda para a direita, os caminhoneiros Renan Galina, Álvaro José Dancini e Jefferson Bezerra
Arquivo pessoal
Esse engarrafamento é apenas um exemplo dos problemas para transportar a produção agrícola no Brasil:
há muitos caminhões chegando aos portos ao mesmo tempo, porque a produção é grande e faltam armazéns para guardar os grãos;
o transporte depende, principalmente, de caminhões, que carregam menos carga do que trens ou embarcações;
muitas estradas não têm asfalto ou estão em más condições, o que deixa o transporte mais lento e caro.
Dependência das rodovias deixa o transporte do agro mais caro
Arte g1
Do Mato Grosso para o mundo: a nova rota da soja e os desafios do transporte no Arco Norte
Dependência de estradas ruins
No caso das safras agrícolas, a dependência do transporte rodoviário pode gerar prejuízos, explica Fernanda Rezende, diretora executiva da Confederação Nacional do Transporte (CNT).
“Esse tipo de carga seria ideal para trafegar por modalidades que têm a vocação de transportar grandes volumes de carga, com um custo de transporte menor, que seriam as ferrovias e as hidrovias”, afirma.
Isso não acontece com os caminhões. Eles transportam menos carga e consomem mais diesel.
Um caminhão consome cerca de um litro a cada 2 km no transporte de grãos. Deste modo, em uma viagem de 2 mil km até o porto de Santos, o consumo pode chegar a 1 mil litros, exemplifica Thiago Péra, professor do grupo de pesquisa e extensão em logística da Esalq-USP.
Esse gasto é agravado pelas distâncias percorridas, uma vez que o Brasil tem dimensões continentais, explica o professor.
“Essa é uma questão infraestrutural importante no transporte, que traz uma perda da competitividade do agronegócio brasileiro”, afirma Péra.
No porto de Miritituba, onde os motoristas ficaram parados, o único acesso é por caminhão. “E os terminais não têm dado conta, nessa época, de todo o volume que chega de carga naquela região”, relata.
O motorista Jefferson Bezerra confirma essa situação. “Os portos não têm pátio suficiente para caminhão e usam a rodovia como área de espera”, diz.
O problema da dependência das rodovias se agrava com a baixa qualidade das estradas. Apenas cerca de 12,4% são pavimentadas, segundo dados da CNT.
“Você não tem opções de caminhos”, afirma Rezende.
Existem ainda as chamadas estradas vicinais, que são aquelas sem asfalto que conectam as regiões de produção até as rodovias para fazer o escoamento.
Além disso, buracos e má sinalização também são problemas.
“Isso causa um aumento do custo de transporte. Porque, basicamente, as rodovias em condições precárias reduzem a velocidade do caminhão, aumentam gastos com pneu, com manutenção e, principalmente, aumenta o consumo de combustível”, afirma Péra.
Para os caminhoneiros, as estradas ruins também causam danos. Bezerra, por exemplo, quebrou o caminhão em fevereiro, depois de passar por um buraco.
“A estrada está se desmanchando em buraco […] Histórias de prejuízo, todos os dias. É uma mola que quebra, é um eixo que quebra”, relata também Dancini.
Sem ter onde armazenar
Os caminhões chegam praticamente no mesmo momento aos portos por um motivo: faltam armazéns para guardar os grãos.
“A gente bate recorde de produção, só que a infraestrutura não acompanha. Então, a gente tem um primeiro gargalo ali, ainda na lavoura”, afirma a diretora executiva Rezende.
Segundo dados da CNT, o país consegue armazenar apenas cerca de 80% da produção agrícola.
“Tudo que é produzido hoje tem que ser escoado de forma imediata. Então, acaba fazendo com que o caminhão vire um armazém”, afirma.
“Aí vão todos os caminhões simultaneamente entregar para a exportação. Só que chega lá no porto, o ele não tem capacidade, muitas vezes, de recepção de todo esse volume”, afirma Péra.
Muitos caminhões parados nas filas dos portos geram menos oferta de veículos para transporte. Com isso, o preço do frete dispara na época da colheita.
Segundo o caminhoneiro Galina, o congestionamento acontece todos os anos durante a safra, entre janeiro e a primeira quinzena de março.
” O caminhão que era para estar viajando, trabalhando, fica parado na fila. O faturamento cai até para menos da metade. A gente aguarda o ano todo para fazer essa safra, para pagar as dívidas do caminhão. Mas vem a fila, e na hora de pagar as contas, a gente não consegue faturar”, afirma o caminhoneiro Bezerra.
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Produtos mais caros
O aumento do custo do transporte não afeta apenas empresas. Ele também pesa no valor dos alimentos.
“Tudo isso encarece o nosso custo do Brasil, que é um conjunto de distorções que torna a nossa economia mais cara. Então a gente tem bens e serviços mais caros no país por conta dessa infraestrutura precária”, explica Péra.
“O problema é que você tem que percorrer distâncias muito maiores para você chegar no mesmo destino”, afirma Rezende. Isso porque caminhos mais longos aumentam o tempo de viagem e o consumo de combustível.
Por isso, ajustar a infraestrutura beneficiaria o Brasil internamente e no mercado internacional.
“Isso gira mais o agronegócio brasileiro, a economia, geração de emprego, renda e uma série de fatores”, diz o professor da Esalq.
Falta de investimento
Segundo Péra, o Brasil investe apenas entre 0,4% e 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura.
“É muito baixo, principalmente quando comparado com Estados Unidos e China, que têm um percentual acima de 2%. O Brasil teria que chegar a no mínimo 2% para conseguir gerar infraestrutura e garantir uma maior competitividade”, afirma.
Na comparação com o crescimento das safras, o transporte em outros modais, como ferrovia e hidrovia, vem caindo.
“Porque basicamente o volume que a gente tem produzido e exportado tem aumentado mais do que o crescimento da infraestrutura ferroviária no país, por exemplo”, diz o professor.
Ele explica que o mesmo acontece com os armazéns.
Rezende concorda. Para ela, é preciso ampliar e recuperar a malha rodoviária existente e investir para aumentar as modalidades de transporte.
“Quando você tem integração entre as modalidades, você faz com que esse transporte seja eficiente”, afirma.
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Fonte: g1.globo.com

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Atração no Rio Open, Fila vê mercado da corrida como peça ainda mais estratégica, diz diretora https://newsrio.com.br/2026/02/20/atracao-no-rio-open-fila-ve-mercado-da-corrida-como-peca-ainda-mais-estrategica-diz-diretora/ Fri, 20 Feb 2026 19:49:50 +0000 https://newsrio.com.br/2026/02/20/atracao-no-rio-open-fila-ve-mercado-da-corrida-como-peca-ainda-mais-estrategica-diz-diretora/ Atração no Rio Open, Fila vê mercado da corrida como peça ainda mais estratégica, diz diretora

No complexo do Jockey Club Brasileiro, palco do Rio Open, é uma loja que se tornou um dos espaços mais disputados. Após registrar recorde histórico de vendas na edição passada, a meta desta temporada da italiana Fila é ir ainda além, e tudo caminha para isso — com um final de semana de competições ainda pela frente, peças nos tamanhos P e M já desapareceram das araras.

“Crescemos a cada edição e estamos bastante otimistas. A expectativa é continuar avançando”, afirma Adriana Magalhães David, diretora de branding e marketing da empresa no Brasil. Os números da edição deste ano ainda não foram fechados, mas em 2025 a marca registrou crescimento 39% acima do planejado e alta de 46% em relação a 2024 durante o período do torneio.

A parceria com o Rio Open chega ao nono ano e é tratada como um projeto de longo prazo. “Acredito que ainda temos muito chão pela frente e muitos anos de dedicação e expansão juntos”, diz a executiva, que destaca a parceria com o brasileiro Rafael Mattos, atual bicampeão de duplas do Rio Open.

Aprendizados das edições anteriores também moldaram a operação atual. Em 2024, as fortes chuvas típicas do período no Rio chegaram a inundar o piso da loja. Desde o ano passado, a base do espaço foi elevada como medida preventiva — recurso mantido nesta edição para evitar novos transtornos.

Embora o tênis funcione como vitrine natural durante o evento, é a corrida que concentra grande parte da estratégia de expansão da Fila no Brasil. Impulsionado pelo boom da modalidade nos últimos anos, o segmento se tornou eixo central de crescimento, com produtos que transitam entre alta performance e uso cotidiano.

“A Fila nasceu no tênis e entrou na corrida. Hoje, a corrida é extremamente estratégica para nós”, afirma Adriana. Para a executiva, o foco vai além da performance. “Existe uma mescla muito forte entre performance e lifestyle. As pessoas usam um tênis de running com peças de training ou no dia a dia. Queremos acompanhar esse movimento”, conclui.

Fonte: veja.abril.com.br

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Alerj cria CPI do Gás Canalizado; deputados têm outras duas comissões na fila https://newsrio.com.br/2026/02/06/alerj-cria-cpi-do-gas-canalizado-deputados-tem-outras-duas-comissoes-na-fila/ Fri, 06 Feb 2026 13:21:01 +0000 https://newsrio.com.br/2026/02/06/alerj-cria-cpi-do-gas-canalizado-deputados-tem-outras-duas-comissoes-na-fila/

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) criou uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para fiscalizar a distribuição de gás canalizado no estado. O presidente Guilherme Delaroli (PL) assinou, nesta sexta-feira (06), a abertura da investigação, que tem como alvo uma empresa que já está “na mira” dos deputados desde o ano passado: a Naturgy, holding da CEG e da CEG Rio, responsáveis pelo serviço de gás no estado.

Os parlamentares querem apurar possíveis problemas na distribuição de gás antes de o governo estadual decidir se vai renovar o contrato com as concessionárias por mais 30 anos. O acordo atual vai até 2027. O projeto é de autoria do deputado Thiago Rangel (PMB), presidente da Comissão de Minas e Energia, e conta com o apoio de outros 25 parlamentares.

Deputados pressionam Delaroli por CPI do Shopping Tijuca e do Rioprevidência

A CPI do Gás Canalizado foi a primeira numa fila de processos de investigação que os deputados têm pressionado o presidente da Alerj a instaurar. Além desta, os parlamentares têm, pelo menos, outras duas CPIs bem próximas de serem criadas.

Uma delas é a CPI do Shopping Tijuca, que já reuniu 30 assinaturas na Casa. O procedimento vai apurar possíveis falhas no combate ao fogo e nos procedimentos de retirada de pessoas durante o incêndio na Zona Norte. Quem vai presidir é o deputado Alexandre Knoploch (PL), que pretende ampliar o escopo da investigação e convocar responsáveis técnicos por vistorias em estabelecimentos comerciais em todo o estado do Rio.

Além disso, os deputados também querem criar uma CPI do Rioprevidência, que já tem 20 assinaturas. A proposta é do deputado Flávio Serafini (Psol), que busca os apoios necessários para iniciar uma investigação de quem são os “mandantes” por trás do investimento de R$ 1 bilhão do fundo previdenciário dos aposentados do estado no Banco Master, liquidado pelo Banco Central.

CPI do Gás Canalizado quer apurar possíveis perdas técnicas e desvios de gás

Na justificativa formal para a criação da CPI, os deputados disseram que queixas recorrentes dos consumidores e a falta de transparência no cálculo das tarifas cobradas motivaram a abertura da investigação.

O grupo quer apurar se há perdas técnicas na operação do serviço ou desvios de gás que possam estar elevando os custos para moradores do Rio. A comissão será composta por cinco membros e terá um prazo de 90 dias para concluir os trabalhos, com a possibilidade de prorrogação por mais 60 dias. A resolução já está em vigor e os próximos passos incluem a indicação dos integrantes e o início das oitivas.

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Fonte: temporealrj.com

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Trecho da BR-101 em Campos é interditado após quebra de carreta; trânsito tem seis quilômetros de fila https://newsrio.com.br/2025/10/24/trecho-da-br-101-em-campos-e-interditado-apos-quebra-de-carreta-transito-tem-seis-quilometros-de-fila/ Fri, 24 Oct 2025 21:54:35 +0000 https://newsrio.com.br/2025/10/24/trecho-da-br-101-em-campos-e-interditado-apos-quebra-de-carreta-transito-tem-seis-quilometros-de-fila/


Carreta quebra e causa congestionamento na BR-101, na entrada de Campos
Uma carreta do tipo treminhão quebrou e interditou o trânsito na manhã desta sexta-feira (24) no trecho conhecido como Trevo do Índio, na BR-101, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O congestionamento chegou a seis quilômetros. O tráfego foi liberado às 10h25.
De acordo com a concessionária Arteris Fluminense, responsável pela rodovia, a equipe foi acionada por volta das 9h09 para atender uma pane mecânica no km 66, no sentido Espírito Santo. Segundo o motorista, o veículo, composto por três partes e usado para transportar outras carretas, parou devido a um problema na caixa de marchas.
A ocorrência também causou interdições nas avenidas Nilo Peçanha e Arthur Bernardes. Por volta das 9h16, uma faixa da rodovia foi bloqueada para o atendimento das equipes da concessionária.
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O motorista recebeu ajuda de outros caminhoneiros que passavam pelo local. Um deles rebocou o veículo até um posto de combustíveis às margens da rodovia, onde a carreta aguardou conserto.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Guarda Civil Municipal auxiliaram na orientação dos motoristas e na normalização do trânsito.
Em nota, a PRF explicou que o caminhão que rebocou a carreta ajudou a liberar o tráfego porque as equipes da Arteris demoraram a chegar ao local devido ao engarrafamento.
Trecho da BR-101 em Campos é interditado após quebra de carreta
Divulgação

Fonte: g1.globo.com

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Vídeo: amigos de Gusttavo Lima formam fila de aviões na casa do cantor https://newsrio.com.br/2025/10/16/video-amigos-de-gusttavo-lima-formam-fila-de-avioes-na-casa-do-cantor/ Thu, 16 Oct 2025 15:52:30 +0000 https://newsrio.com.br/2025/10/16/video-amigos-de-gusttavo-lima-formam-fila-de-avioes-na-casa-do-cantor/ Vídeo: amigos de Gusttavo Lima formam fila de aviões na casa do cantor

Gusttavo Lima recebeu várias celebridades em sua mansão, localizada em Bela Vista de Goiás, na última terça-feira (14/10). Entre os convidados estavam João Bosco & Vinicius, Bruno & Denner e Hugo e Guilherme.

O detalhe que mais impressionou na ocasião foi a quantidade de aviões estacionados na propriedade. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram ao menos quatro aviões e um helicóptero estacionados na entrada do evento.

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Aviões estacionados na propriedade de Gusttavo Lima

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Aviões estacionados na propriedade de Gusttavo Lima

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Gusttavo Lima

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Gusttavo Lima

Foto: Nina Quintana/Metrópoles

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As imagens repercutiram rapidamente na internet, arrancando comentários bem-humorados os internautas. “Olha o estacionamento”, observou uma pessoa. “Eu ia, mas me convidou em cima da hora. E eu tinha um cliente VIP para atender no empreendimento da Lamborghini. Na próxima me avise com antecedência para organizar minha agenda”, brincou outra.

Veja os aviões:

 

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Fonte: www.metropoles.com

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INSS suspende programa de redução de fila por falta de orçamento https://newsrio.com.br/2025/10/15/inss-suspende-programa-de-reducao-de-fila-por-falta-de-orcamento/ Wed, 15 Oct 2025 11:41:25 +0000 https://newsrio.com.br/2025/10/15/inss-suspende-programa-de-reducao-de-fila-por-falta-de-orcamento/


CPMI do descontos ilegais de aposentados ouve ex-presidente do INSS
O presidente do INSS, Gilberto Waller Jr., suspendeu temporariamente o Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB), que tem como objetivo reduzir a fila do INSS.
O presidente do Instituto alega falta de verba. Ele enviou um ofício ao Ministério da Previdência solicitando suplementação orçamentária para garantir a continuidade do PGB no valor de R$ 89.156.165,29.
Por meio deste programa, os servidores recebem um bônus se analisarem mais requerimentos que a meta diária estabelece.
O PGB é um recurso comumente utilizado no INSS para redução de fila. O programa atual estava em vigor desde 15 de abril de 2025.
Em agosto, a fila do INSS ultrapassava 2,6 milhões de brasileiros, segundo os dados do Portal da Transparência.
A reportagem pediu um posicionamento para o INSS e aguarda retorno.
*Reportagem em atualização
Prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Fonte: g1.globo.com

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Motoristas de vans fazem fila para audiência da Comissão de Transportes na Câmara do Rio https://newsrio.com.br/2025/08/12/motoristas-de-vans-fazem-fila-para-audiencia-da-comissao-de-transportes-na-camara-do-rio/ Tue, 12 Aug 2025 13:41:35 +0000 https://newsrio.com.br/2025/08/12/motoristas-de-vans-fazem-fila-para-audiencia-da-comissao-de-transportes-na-camara-do-rio/

A terça-feira começou acalorada na Câmara do Rio. O presidente da Comissão de Transportes, Marcelo Diniz (PSD), convocou uma explosiva audiência pública sobre as mudanças no sistema municipal — entre elas, a implantação do sistema de bilhetagem Jaé e a licitação para a exploração das linhas de ônibus.

Mais que nitroglicerina, é urânio enriquecido.

Motoristas de vans também querem subsídio

Logo cedo, representantes das vans se aglomeraram na entrada do velho Palácio Pedro Ernesto. A turma do transporte alternativo acha que pode ser esmagada com a nova licitação e, a exemplo das empresas de ônibus, quer uma ajuda financeira do poder público municipal. Sem subsídio, a passagem deles ficará muito cara e eles deixam de ser competitivos.

“Eles temem ser prejudicados. E reivindicam o justo subsídio. Vamos ouvir os esclarecimentos dos representantes da prefeitura”, disse Marcelo Diniz.

A audiência pública da Comissão de Transportes da Câmara – Foto: Reprodução da Rio TV Câmara

Sobrou para a secretária de Transportes, Maína Celidonio, que está participando da audiência.

Fonte: temporealrj.com

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“Faço 4 diálises por dia”, diz mulher na fila por um rim há 8 anos https://newsrio.com.br/2024/11/30/faco-4-dialises-por-dia-diz-mulher-na-fila-por-um-rim-ha-8-anos/ https://newsrio.com.br/2024/11/30/faco-4-dialises-por-dia-diz-mulher-na-fila-por-um-rim-ha-8-anos/#respond Sat, 30 Nov 2024 10:47:22 +0000 https://newsrio.com.br/2024/11/30/faco-4-dialises-por-dia-diz-mulher-na-fila-por-um-rim-ha-8-anos/ “Faço 4 diálises por dia”, diz mulher na fila por um rim há 8 anos

A bacharel em direito Giseli Soeiro, 38 anos, está desde 2016 esperando por um transplante de rim. Com doença renal crônica, ela é obrigada a fazer ao menos quatro diálises por dia para se manter saudável. A moradora de Caxias do Sul (RS) quase desistiu do tratamento, precisou superar o medo de agulhas e aprendeu na marra a fazer diálise sozinha, em casa.

Ao acordar, no horário de almoço no trabalho, no fim da tarde e antes de dormir, ela se conecta às bolsas que filtram seu sangue enquanto aguarda pela chegada de um órgão compatível. A espera já dura oito anos.

Giseli descobriu ter doença renal crônica aos 17 anos. Ela procurou um hospital quando começou a sentir cansaço extremo e a ter sangramentos no nariz — lá, descobriu que estava com falência renal e que deveria começar a fazer hemodiálise imediatamente. “O médico jogou tudo em mim de uma vez. Fui ao hospital desacompanhada e, quando vi, ele já estava me dizendo que eu podia ter morrido”, lembra.

Doença renal crônica

A doença renal crônica (DRC) em geral acomete pacientes com pressão alta ou diabetes descontrolada, o que não era o caso da jovem. Ela pertence ao pequeno grupo de pessoas com doenças próprias do rim (inflamatórias ou autoimunes) que levam à progressiva deterioração do órgão. Até infecções comuns podem se alojar silenciosamente e comprometer o rim.

“Na maioria dos casos, a DRC é assintomática e os sinais aparecem quando o órgão já está muito lesionado. Só quando está com menos de 50% do seu funcionamento, por exemplo, é possível perceber em exames de sangue que há um comprometimento do rim”, explica o nefrologista Osvaldo Simões Pires Von Eye.

Naquele mesmo ano, Giseli recebeu a doação de sua mãe, que era compatível, e passou pelo transplante. Tirando as medicações para evitar a rejeição do órgão e os cuidados naturais de quem tem apenas um rim, ela viveu “seus melhores anos”.

“Eu era livre, podia fazer o que quisesse, viajar, estudar. Mas, após 12 anos, o órgão recebido começou a falhar, os sintomas que eu já conhecia voltaram e foi um novo baque”, conta.

Giseli tem muito medo de agulhas e a ideia de voltar a fazer as hemodiálises a fez desistir do tratamento. “Disse para o meu médico que não queria fazer nada, que não seguiria os tratamentos. Ele se desesperou e passou dias tentando me convencer a voltar a fazer as diálises, prometendo que o processo havia evoluído muito desde a primeira vez que eu precisei passar por aquilo. No final, ele me convenceu”, lembra.

Diálise peritoneal

Enquanto aguarda por um novo transplante, a bacharel faz um tipo diferente de diálise, a peritonial. Ela possui um catéter na barriga, onde encaixa manualmente bolsas que equilibram os compostos tóxicos do corpo em um processo que demora cerca de 15 minutos.

Na diálise peritonial, é feita uma filtragem em pequena escala do sangue, usando bolsas de soro que capturam por osmose os compostos tóxicos que circulam no sangue, imitando a função do rim no organismo. Na hemodiálise tradicional, este processo é mais longo, e todo o sangue do corpo passa pelos filtros de uma máquina ao longo de horas.

“Com a necessidade, a gente se acostuma. Vamos fazendo a troca das bolsas, mantendo a limpeza do catéter e cuidando para seguir à risca o processo que me ensinaram. Por sorte, todo o material é entregue pelo SUS na minha casa e eu consigo ter mais liberdade e qualidade de vida do teria se tivesse que ir todos os dias a um centro de saúde para fazer a hemodiálise”, afirma.

A diálise peritonial é feita por apenas 3,5% dos pacientes renais crônicos do SUS, segundo uma estimativa de 2023 da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). A Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (Fenapar) espera que este número chegue a 20% nos próximos anos e tem feito campanhas de capacitação entre os pacientes para que eles se sintam seguros para migrar ao tratamento feito em casa. Com ele, há menos deslocamentos, menos risco de infecções e um melhor controle da DRC do que com a hemodiálise tradicional.

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Sempre que pode, Giseli viaja e não deixa de ir à praia mesmo em seu processo de diálise peritoneal

Gisele ao lado de uma amiga que é transplantada há 28 anos
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Gisele e sua mãe, doadora de seu primeiro rim. “Aqui, eu ainda era transplantada”, conta

Acervo pessoal

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Sempre que pode, Giseli viaja e não deixa de ir à praia mesmo em seu processo de diálise peritoneal

Acervo pessoal

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Gisele ao lado de uma amiga que é transplantada há 28 anos

Acervo pessoal

A espera do 2º transplante

Apesar das dificuldades relacionadas à necessidade de fazer diálise quatro vezes ao dia, Giseli faz o possível para manter a rotina. “Se eu parar com meu ritmo, acho que caio de uma vez. Então, vou me mantendo sempre ativa”, conta. Ela pratica vôlei, muay thai e frequenta a academia, além de trabalhar.

“Faço tudo, viajo, não deixo de viver, mas claro que faço as coisas de forma mais lenta, mais cansada. Também preciso fazer reposição de hormônios a cada quatro dias e cuidar de toda a medicação, mas é isso que tem me permitido viver enquanto espero o transplante. Não posso ficar parada, tenho que seguir em frente”, aponta.

Os segundos transplantes, como o que Giseli aguarda, possuem complicações específicas, já que o corpo foi exposto a medicamentos para evitar a rejeição do órgão por anos e dificilmente aceita um novo rim. Por isso, é preciso que o doador novo seja extremamente compatível.

“Já estive ali na fila, no páreo, umas cinco vezes, mas transplante é loteria e sabemos que há muita gente na mesma expectativa que eu. Espero conseguir um doador para voltar a ter minha liberdade, mas não quero viver minha vida esperando algo que pode nem chegar”, conclui.

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Fonte: www.metropoles.com

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