fiscais – News Rio https://newsrio.com.br Notícias do RIo Fri, 27 Mar 2026 20:49:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://newsrio.com.br/wp-content/uploads/2026/03/272x90-150x90.png fiscais – News Rio https://newsrio.com.br 32 32 Ex-ator da Globo tem mercadorias levadas por fiscais e se revolta https://newsrio.com.br/2026/03/27/ex-ator-da-globo-tem-mercadorias-levadas-por-fiscais-e-se-revolta/ Fri, 27 Mar 2026 20:49:10 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/27/ex-ator-da-globo-tem-mercadorias-levadas-por-fiscais-e-se-revolta/ Ex-ator da Globo tem mercadorias levadas por fiscais e se revolta

O ex-global Sandro Pedroso, ator de Fina Estampa e ex-namorado de Suzana Vieira, compartilhou um desabafo com os seguidores nesta sexta-feira (27/3). Ele teve as mercadorias do carrinho de lanches com o qual trabalha levadas por fiscais da prefeitura de Anápolis (GO) e se revoltou com o ocorrido.

“Eu só quero trabalhar. Hoje parece que fazer o certo é errado… e o errado é certo. Mas eu sigo firme, porque quem luta de verdade não desiste”, escreveu.

Sandroso Pedroso desabafa após ter mercadorias levadas por fiscais
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Sandroso Pedroso desabafa após ter mercadorias levadas por fiscais

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Sandro Pedroso já viveu romance com Suzana Vieira
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Sandro Pedroso já viveu romance com Suzana Vieira

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Sandro Pedroso era o mágico Mandrake na novela Fina Estampa
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Sandro Pedroso era o mágico Mandrake na novela Fina Estampa

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Sandro Pedroso também participou do reality show A Fazenda
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Sandro Pedroso também participou do reality show A Fazenda

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Sandro Pedroso em novela Hira Gênesis na Record
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Sandro Pedroso em novela Hira Gênesis na Record

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Sandroso Pedroso desabafa após ter mercadorias levadas por fiscais
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Sandroso Pedroso desabafa após ter mercadorias levadas por fiscais

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O ex-artitsta, que inaugurou uma lanchonete em 2024, contou que estava se preparando para trabalhar em um evento na cidade goiana quando ele e outros comerciantes foram surpreendidos pela atitude dos fiscais.

“Então pessoal, veio aqui o fiscal de postura junto com os órgãos e estão apreendendo aqui minha mercadoria, levando a minha carretinha, tudo. Realmente estou um pouco nervoso, mas a gente fica triste. A gente rala tanto, é difícil empreender no Brasil. Não vou desistir”, afirmou.



Fonte: www.metropoles.com

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Prefeitura aposta em benefícios fiscais para estimular construções do Praça Onze Maravilha https://newsrio.com.br/2026/03/14/prefeitura-aposta-em-beneficios-fiscais-para-estimular-construcoes-do-praca-onze-maravilha/ Sat, 14 Mar 2026 18:12:45 +0000 https://newsrio.com.br/2026/03/14/prefeitura-aposta-em-beneficios-fiscais-para-estimular-construcoes-do-praca-onze-maravilha/

A Prefeitura do Rio vai enviar à Câmara de Vereadores um projeto específico para impulsionar as construções previstas no plano de requalificação Praça Onze Maravilha. O anúncio foi feito por Gustavo Guerrante, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento (SMDU).

Os benefícios valerão tanto para a modernização de imóveis antigos ou em péssimo estado de conservação quanto para novas edificações na Praça Onze e no entorno do Sambódromo. Até o momento, ainda não há previsão de quando este texto será enviado ao Legislativo.

De acordo com a proposta, a ideia é oferecer isenções e/ou reduções de impostos, como IPTU, taxas de licenciamento e ITBI, além da suspensão de créditos tributários de IPTU e da Taxa de Coleta de Lixo (TCL) e remissão desses débitos na aceitação de obras ou emissão do habite-se.

Sobre o Praça Onze Maravilha

O projeto foi anunciado em novembro de 2025. Entre as primeiras ações previstas estão a demolição do Viaduto 31 de Março, a criação da Biblioteca dos Saberes, projetada pelo arquiteto Francis Kéré, e a construção da Cidade do Samba às margens da Avenida Presidente Vargas.

O prefeito Eduardo Paes (PSD) já afirmou a aliados e secretários que este é um dos projetos prioritários da Prefeitura para este ano, com investimento estimado em cerca de R$ 1,75 bilhão. A proposta do Praça Onze Maravilha já está em tramitação na Câmara do Rio.

Fonte: temporealrj.com

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Entenda PL que corta benefícios fiscais e aumenta tributação de bets https://newsrio.com.br/2026/01/05/entenda-pl-que-corta-beneficios-fiscais-e-aumenta-tributacao-de-bets/ Mon, 05 Jan 2026 05:08:57 +0000 https://newsrio.com.br/2026/01/05/entenda-pl-que-corta-beneficios-fiscais-e-aumenta-tributacao-de-bets/

Em dezembro, o Congresso Nacional concluiu a votação de um pacote de medidas tributárias que combina a redução de benefícios fiscais federais com o aumento de impostos sobre setores específicos da economia, como bets e fintechs. O projeto ficou conhecido como “taxação BBB – Bets, Bancos e Bilionários”.

A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, segue agora para sanção presidencial e é tratada pelo governo como uma das principais apostas para reforçar a arrecadação e dar fôlego ao Orçamento em 2026.

O texto aprovado é resultado de uma reorganização política e fiscal após a queda da Medida Provisória 1303, conhecida como MP do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), editada pelo governo no primeiro semestre deste ano com o objetivo de aumentar receitas e reduzir distorções no sistema tributário.

A MP reunia medidas sensíveis, como a elevação de tributos sobre bets, fintechs e Juros sobre Capital Próprio (JCP), mas acabou perdendo validade ao não ser votada dentro do prazo legal no Congresso.

Após a derrota no Congresso, o governo passou a buscar alternativas para não abrir mão dessas receitas. A solução encontrada foi incorporar parte das medidas em diversos projetos de lei que já estavam em tramitação. A técnica é chamada de “jabuti”, quando medidas são apensadas a textos que fogem do caráter original.

O texto que trata sobre a isenção linear de benefícios fiscais foi enviado pelo governo em agosto, mas acabou virando uma medida mais ampla, que passou a atacar duas frentes ao mesmo tempo, de um lado, o corte de incentivos tributários; de outro, a retomada de medidas que haviam ficado pelo caminho com a MP do IOF.

Entenda PL que corta benefícios fiscais e aumenta tributação de bets
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Davi Alcolumbre e Hugo Motta

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Alcolumbre nega pautar pedidos de impeachment de Moraes
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Alcolumbre nega pautar pedidos de impeachment de Moraes

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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Presidente do Senado, Davi Alcolumbre

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Lula e Davi Alcolumbre
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Lula e Davi Alcolumbre

Breno Esaki/Metrópoles

Na prática, o projeto estabelece uma redução de 10% nos benefícios fiscais federais. Isso inclui isenções, créditos presumidos e regimes especiais ligados a tributos como PIS, Cofins, IPI, Imposto de Importação, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).


Saiba o que muda com a aprovação do PL

  • O projeto reduz em 10% os incentivos e benefícios tributários federais, atingindo isenções e regimes especiais ligados a tributos como PIS, Cofins, IPI, IRPJ, CSLL e Imposto de Importação, com exceções previstas em lei;
  • As casas de apostas on-line, as bets, passam a pagar alíquotas mais altas sobre o ganho bruto (GGR), em aumento gradual até chegar a 15% nos próximos anos;
  • A CSLL das fintechs sobe de forma escalonada até 2028, aproximando a tributação dessas empresas à dos bancos tradicionais;
  • A alíquota do imposto retido na fonte sobre juros sobre capital próprio aumenta de 15% para 17,5%, afetando empresas que utilizam esse mecanismo para remunerar acionistas;
  • O texto reforça regras de transparência e monitoramento na concessão de benefícios fiscais, com mudanças na Lei de Responsabilidade Fiscal para limitar renúncias e exigir avaliação de impacto.

A proposta não atinge imunidades constitucionais, o Simples Nacional nem benefícios ligados a políticas sociais, como itens da cesta básica, mas ainda assim tem alcance amplo e potencial de impacto relevante sobre diversos setores da economia.

A discussão sobre benefícios fiscais é antiga e sensível. Hoje, a soma das renúncias concedidas pela União representa uma fatia expressiva do Orçamento, frequentemente criticada por técnicos da área econômica e por órgãos de controle, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

O argumento central do governo é que parte desses incentivos perdeu a função original ou não passa por avaliações periódicas de custo-benefício, o que justificaria uma revisão mais ampla.

Além do corte de incentivos, o projeto avança sobre setores que o governo considera subtributados ou com potencial de arrecadação.

Um dos principais alvos são as apostas esportivas on-line. Atualmente, as bets pagam uma alíquota de 12% sobre o chamado GGR, que é a diferença entre o total arrecadado em apostas e o valor pago em prêmios. Com o novo texto, essa alíquota será elevada de forma gradual ao longo dos próximos anos, até atingir 15%.

A taxação das bets já estava prevista e chegou a ser defendida publicamente por Haddad como uma forma de capturar parte do crescimento acelerado do setor, que se expandiu nos últimos anos sem uma tributação considerada proporcional ao volume de recursos movimentados.

Outra frente relevante do pacote envolve as fintechs. O texto aumenta gradualmente a alíquota da CSLL paga por essas empresas, aproximando sua carga tributária daquela aplicada aos bancos tradicionais.

O argumento do governo é que, apesar de se apresentarem como empresas de tecnologia, muitas fintechs atuam de forma semelhante a instituições financeiras clássicas e, por isso, deveriam contribuir mais para o sistema tributário.

A mudança também estava prevista na MP 1303 e enfrentou resistência de parte do setor, que alega risco de desestimular inovação e encarecer serviços financeiros. Ainda assim, a proposta avançou no Congresso, com a previsão de uma transição até 2028 para evitar impactos imediatos mais bruscos.

O projeto também trata sobre o JCP, mecanismo utilizado por empresas para remunerar acionistas. A alíquota do imposto retido na fonte sobe de 15% para 17,5%. Para o governo, a medida ajuda a corrigir distorções e ampliar a arrecadação sem aumentar impostos sobre o consumo.

Além das mudanças diretas na tributação, o texto aprovado reforça regras de transparência e controle sobre a concessão de benefícios fiscais. Há alterações na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para exigir mais monitoramento, prestação de contas e avaliação de impacto das renúncias tributárias, numa tentativa de evitar que incentivos cresçam sem controle ao longo do tempo.

No Congresso, o governo defendeu o pacote como uma resposta necessária à pressão sobre as contas públicas e como uma alternativa a aumentos generalizados de impostos.

A oposição, no entanto, criticou o projeto, afirmando que o aumento da carga tributária pode afetar investimentos, especialmente em setores ainda em expansão, como o de tecnologia financeira, e que a redução de incentivos pode ter efeitos negativos sobre cadeias produtivas inteiras, dependendo de como for implementada.

Com a aprovação no Senado por ampla maioria, o texto segue agora para sanção presidencial. A expectativa é que a maior parte das medidas passe a valer a partir de 2026, respeitando os princípios da anterioridade e da noventena, que regulam mudanças na legislação tributária.

Fonte: www.metropoles.com

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TCU abre fiscalização de estatais com riscos fiscais e vai tratar caso dos Correios de forma separada https://newsrio.com.br/2025/12/08/tcu-abre-fiscalizacao-de-estatais-com-riscos-fiscais-e-vai-tratar-caso-dos-correios-de-forma-separada/ Mon, 08 Dec 2025 22:33:38 +0000 https://newsrio.com.br/2025/12/08/tcu-abre-fiscalizacao-de-estatais-com-riscos-fiscais-e-vai-tratar-caso-dos-correios-de-forma-separada/


Tesouro vê juros altos e rejeita proposta de bancos para empréstimo aos Correios
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, afirmou ao g1 que o tribunal abriu processos de fiscalizaçaõ e demandou informações para as nove empresas estatais classificadas com riscos fiscais que passarão por fisacilização do TCU.
No caso específico dos Correios, que passa por uma crise financeira e estuda opções para se reestruturar, o processo será conduzido de forma separa das demais empresas.
“Os Correios têm três processos, três solicitações do Congresso Nacional e tem o próprio processo dos Correios”, explicou o presidente.
O Tribunal de Contas da União é responsável por controlar gastos, pela fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial dos órgãos e entidades públicas do país.
O TCU anunciou em novembro que criaria uma força-tarefa para fiscalizar nove estatais federais que apresentam riscos fiscais. Entre elas estão os Correios e a Casa da Moeda. Segundo Vital do Rêgo, os processos já têm relatores definidos.
correios, crise, entregas, encomendas
Reprodução/TV Globo
A iniciativa foi motivada por um relatório do Tesouro Nacional que identificou fragilidades financeiras e possíveis riscos às contas públicas em nove das 27 empresas estatais analisadas.
Além dos Correios e da Casa da Moeda, também são citadas as Companhias Docas (CDC, CDP, Codeba, CDRJ e Codern), a Empresa Gestora de Ativos (Emgea), a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e a Infraero.
“O objetivo é ampliar o escopo da fiscalização para além do aspecto financeiro, incorporando dimensões de governança, eficiência operacional e qualidade da gestão”, afirmou o presidente do TCU.
Segundo Vital do Rêgo, a ação da força-tarefa será estruturada em cinco:
gestão e inovação;
desempenho financeiro;
gestão de pessoal;
contratações; e
tecnologia da informação.
“Esses são fatores que frequentemente estão na raiz das dificuldades fiscais enfrentadas por essas entidades”, completou.

Fonte: g1.globo.com

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Estados reagem ao tarifaço de Trump com liberação de crédito e incentivos fiscais https://newsrio.com.br/2025/07/31/estados-reagem-ao-tarifaco-de-trump-com-liberacao-de-credito-e-incentivos-fiscais/ Thu, 31 Jul 2025 16:28:00 +0000 https://newsrio.com.br/2025/07/31/estados-reagem-ao-tarifaco-de-trump-com-liberacao-de-credito-e-incentivos-fiscais/ Estados reagem ao tarifaço com liberação de crédito e incentivo fiscal
Governos estaduais decidiram agir por conta própria para conter os impactos do tarifaço de Donald Trump. Ao menos cinco estados (SP, MG, PR, RS e GO) já anunciaram pacotes emergenciais com liberação de crédito, devolução de créditos acumulados de ICMS — tributo estadual cobrado sobre a circulação de mercadorias —, além de acesso facilitado a financiamentos públicos e flexibilização de exigências para empresas com incentivos fiscais.
A reação coordenada ocorre após a oficialização, na quarta-feira (30), do decreto americano que impõe tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A medida entra em vigor no próximo dia 6 de agosto.
Embora o texto publicado pela Casa Branca preveja cerca de 700 exceções — que incluem peças aeronáuticas, veículos, fertilizantes e minérios — setores estratégicos para o Brasil ficaram de fora, como café, carne bovina, frutas, calçados e têxteis (veja aqui a lista completa).
O governo Lula afirma ter um plano pronto, mas ainda não divulgou as medidas de apoio às empresas.
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Estados liberam crédito e ICMS para exportadores
O governo de São Paulo anunciou, na quarta (30), a liberação de R$ 1,5 bilhão em créditos acumulados de ICMS e a ampliação da linha Giro Exportador de R$ 200 milhões para R$ 400 milhões. A linha terá juros subsidiados a partir de 0,27% ao mês + IPCA, com até 60 meses para pagamento e 12 de carência. Os créditos serão transferidos por meio do programa ProAtivo, com teto de R$ 120 milhões por empresa, e pedidos a partir de setembro via SIPET (Sistema de Peticionamento Eletrônico) da Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo).
Em Minas Gerais, o pacote estadual inclui R$ 100 milhões em monetização de créditos de ICMS e R$ 200 milhões em crédito com juros reduzidos pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), com prazo de até 60 meses e carência de 12 meses (leia mais aqui).
No Paraná, o governo autorizou a liberação de créditos de ICMS para uso como aval ou venda no mercado e prevê até R$ 400 milhões em financiamentos. As linhas serão operadas pela Fomento Paraná e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), com possível aporte no Fundo de Desenvolvimento Econômico. O estado também suspendeu exigências de contrapartidas para empresas que receberam incentivos fiscais.
Em Goiás, o governo já incluiu os setores mais atingidos — como açúcar orgânico e carnes, responsáveis por 61% das exportações goianas para os EUA — em pacotes emergenciais. Entre as medidas, estão o Fundo Creditório, com R$ 628 milhões em recursos e juros de 10% ao ano; o Fundeq, que subsidia encargos financeiros; e o Fundo de Estabilização Econômica (FEE), uma reserva de R$ 3,3 bilhões para momentos de crise. Apesar dos desafios setoriais, o impacto estimado no PIB estadual é limitado a 0,36% em 2025.
Já o Rio Grande do Sul criou uma linha de R$ 100 milhões com juros subsidiados (8% a 9% ao ano) via BRDE, com recursos do Fundo Impulsiona Sul. A carência será de 12 meses e o prazo total de 60 meses. Segundo o governo, o foco é dar fôlego imediato para empresas em setores com alta exposição, como metalurgia, madeira e máquinas.
Veja a íntegra do decreto de Trump e as justificativas para o tarifaço no Brasil
Outros estados estudam ações
No Ceará, onde os EUA representam mais da metade das exportações estaduais, o governo discute internamente a liberação de créditos de ICMS e pressiona por compensações da União previstas na Lei Kandir. O governador Elmano de Freitas se reuniu com o vice-presidente Geraldo Alckmin e pediu apoio emergencial ao setor do pescado, castanha e cera de carnaúba.
O Espírito Santo ainda não anunciou valores exatos, mas o vice-governador Ricardo Ferraço já iniciou reuniões com os setores mais atingidos, como café, rochas ornamentais e celulose. O foco, segundo ele, é garantir apoio emergencial e posterior redirecionamento de mercados.
Tarifaço pode encarecer ou baratear o preço dos alimentos no Brasil?
O Rio de Janeiro criou um grupo de trabalho para mapear os impactos da tarifa sobre setores como petróleo refinado, aço e semimanufaturados. O governador Cláudio Castro prometeu uma resposta técnica e coordenada após a conclusão dos diagnósticos.
No Pará, o governo coordena uma articulação com representantes da indústria, comércio, mineração e agricultura para avaliar os possíveis impactos do tarifaço sobre setores como alumínio, ferro e madeira. De acordo com a gestão, embora os EUA representem apenas 3,6% das exportações paraenses, o governo local adota uma postura preventiva e técnica, monitorando também os efeitos sobre importações. As demandas do estado devem ser levadas ao vice-presidente Geraldo Alckmin no Fórum dos Governadores.
No Amazonas, técnicos do governo avaliam que o impacto sobre a Zona Franca de Manaus será mínimo: apenas 0,15% do faturamento do polo industrial estaria sujeito às novas tarifas. Apesar disso, o estado mantém monitoramento constante, principalmente sobre eventuais efeitos indiretos, como encarecimento de insumos importados. De acordo com os técnicos, a maior parte da produção local é destinada ao mercado interno, e os EUA figuram apenas como o quinto maior destino das exportações amazonenses.
Em Sergipe, o governo estadual criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos do tarifaço sobre os setores econômicos locais. O objetivo é levantar dados detalhados, mapear os efeitos práticos em cada segmento e articular, junto ao Governo Federal, medidas de apoio aos mais afetados. A gestão afirma que também acompanha as ações da União e avalia possíveis iniciativas para mitigar prejuízos e proteger a economia do estado.
No Maranhão, o governo informou que aguarda a definição de medidas por parte do governo federal e mantém diálogo com entidades empresariais para encontrar soluções conjuntas. A Secretaria de Indústria e Comércio (Seinc) acompanha os desdobramentos do tarifaço e avalia eventuais ações a serem adotadas com base nos setores impactados no estado.
Em Rondônia, o governo estuda medidas para apoiar setores exportadores como o de carnes e madeira, com foco na liberação e flexibilização do uso de créditos acumulados de ICMS. A ideia é permitir que empresas utilizem esses créditos de forma mais ampla ou possam transferi-los, amenizando os efeitos financeiros da tarifa de 50%. Novas linhas de crédito ou incentivos adicionais ainda estão em avaliação junto ao setor produtivo.
Governadores e indústria pressionam por plano federal
‘Agora acelera a negociação’, diz Alckmin após EUA oficializarem o tarifaço
Representantes estaduais e da indústria querem que o governo federal assuma a coordenação da resposta brasileira. Durante reunião do Fórum dos Governadores com o vice-presidente Alckmin, os governadores propuseram a criação de uma comissão para acompanhar negociações e impactos.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por sua vez, entregou um plano com oito propostas emergenciais, como linha de crédito do BNDES com juros entre 1% e 4% ao ano, postergação de tributos federais e reativação do Programa Seguro-Emprego.
Questionado sobre o risco de demissões em massa e sobre a entrega do plano, Alckmin afirmou que o documento está pronto, mas que precisa passar pelo aval do presidente Lula.
“Foco para preservar empregos e produção. Ninguém vai ficar desamparado”, explicou o vice-presidente em entrevista a Ana Maria Braga nesta quinta-feira (31).
Governo recalibra plano, mas não anuncia medidas
Lula e Trump vêm protagonizando, segundo especialistas, o pior momento das relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos
Getty Images via BBC
Mesmo sem anunciar ações concretas, o governo federal afirma que um plano de contingência está em elaboração desde a semana passada. Segundo o vice-presidente Alckmin, o pacote está “bastante completo”, mas depende da evolução das negociações com os EUA.
Nesta quinta-feira, Alckmin afirmou em entrevista ao Mais Você, de Ana Maria Braga, que 36% das exportações serão afetadas pelo tarifaço e que as negociações com os EUA não terminaram.
Com a publicação da lista de exceções, o plano federal deverá ser recalibrado. Segundo o blog do Gerson Camarotti, o pacote deverá priorizar setores que não conseguiram escapar da tarifa e condicionar o apoio à manutenção de empregos.
Ignorados nas exceções do tarifaço, exportadores do café e da carne dizem ainda acreditar em acordo
Produtos fora do tarifaço de Trump representam 43% do valor total das exportações pros EUA
A estratégia de Trump ao adiar tarifaço
Miriam Leitão: Governo vai recorrer à justiça contra o tarifaço e sanções a Moraes

Fonte: g1.globo.com

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Fiscais vistoriam segurança do trabalho no Sambódromo às vésperas do Carnaval https://newsrio.com.br/2025/02/15/fiscais-vistoriam-seguranca-do-trabalho-no-sambodromo-as-vesperas-do-carnaval/ https://newsrio.com.br/2025/02/15/fiscais-vistoriam-seguranca-do-trabalho-no-sambodromo-as-vesperas-do-carnaval/#respond Sat, 15 Feb 2025 18:47:10 +0000 https://newsrio.com.br/2025/02/15/fiscais-vistoriam-seguranca-do-trabalho-no-sambodromo-as-vesperas-do-carnaval/ Fiscais vistoriam segurança do trabalho no Sambódromo às vésperas do Carnaval

A poucos dias do Carnaval, auditores-fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego realizaram uma operação de fiscalização na Sapucaí. A ação teve como foco a segurança dos trabalhadores terceirizados e a estrutura oferecida ao público nos camarotes, arquibancadas e setores de serviço.

A equipe percorreu os camarotes VIPs, os setores populares, as áreas de alimentação, os banheiros, os acessos de circulação e os postos de atendimento médico. Entre os principais pontos analisados estavam a adequação das instalações elétricas, as condições de higiene dos espaços, a organização dos ambulatórios e a disponibilidade de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os funcionários que atuam na montagem das estruturas e no atendimento ao público.

A operação foi coordenada pela chefe da Seção de Segurança e Saúde no Trabalho no Rio, Ana Luiza Horcades, que ressaltou a importância da fiscalização para garantir um ambiente seguro durante os dias de desfile. “O Carnaval mobiliza milhares de trabalhadores, e nossa missão é assegurar que todos estejam protegidos. Estamos atentos a riscos estruturais, elétricos e sanitários para evitar acidentes e problemas de saúde pública”, explicou.

Segundo a auditora, caso sejam encontradas irregularidades graves, as empresas responsáveis pelos serviços podem ser autuadas ou até mesmo interditadas. “Já identificamos algumas falhas que precisam de ajustes imediatos, e as equipes responsáveis já foram notificadas para realizar as correções necessárias antes da abertura do evento”, afirmou.

A fiscalização faz parte de um plano nacional de inspeção em grandes eventos promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Durante todos os dias de desfile, equipes estarão de plantão no Sambódromo para monitorar as condições de trabalho e atender a eventuais denúncias.

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Fonte: diariodorio.com

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Empresas declaram à Receita o uso de R$ 97,7 bi em incentivos fiscais https://newsrio.com.br/2024/11/13/empresas-declaram-a-receita-o-uso-de-r-977-bi-em-incentivos-fiscais/ https://newsrio.com.br/2024/11/13/empresas-declaram-a-receita-o-uso-de-r-977-bi-em-incentivos-fiscais/#respond Wed, 13 Nov 2024 13:47:13 +0000 https://newsrio.com.br/2024/11/13/empresas-declaram-a-receita-o-uso-de-r-977-bi-em-incentivos-fiscais/ Empresas declaram à Receita o uso de R$ 97,7 bi em incentivos fiscais

Cerca de 54,9 mil empresas declararam à Receita Federal terem usufruído de R$ 97,7 bilhões em incentivos tributários decorrentes de benefícios fiscais entre janeiro e agosto deste ano. As informações foram divulgadas pela Receita nesta quarta-feira (13/11).

Os dados estão presentes na mais nova atualização da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi), nova ferramenta de análise do Fisco que obriga as empresas que fazem uso de incentivos fiscais a reportar os valores de tributos que não foram recolhidos. O processo é feito pelas próprias empresas.

Confira os maiores incentivos fiscais declarados à Receita:

Os maiores valores por benefício fiscal - Metrópoles
Os maiores valores por benefício fiscal

Novo Perse na Dirbi

O valor total do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) na Dirbi (janeiro a agosto) foi de R$ 9,6 bilhões. Desse valor, cerca de R$ 5 bilhões se referem ao período a partir de abril, quando passou a existir o novo teto de R$ 15 bilhões.

De acordo com a Lei nº 14.859, que estabelece nova regulamentação para o Perse, o benefício terá o custo fiscal (ou gasto tributário) limitado a R$ 15 bilhões, contados a partir de abril de 2024.

Fonte: www.metropoles.com

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