vivem – News Rio https://newsrio.com.br Notícias do RIo Fri, 17 Apr 2026 13:14:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://newsrio.com.br/wp-content/uploads/2026/03/272x90-150x90.png vivem – News Rio https://newsrio.com.br 32 32 Com envelhecimento da população, número de brasileiros que vivem sozinhos mais que dobra https://newsrio.com.br/2026/04/17/com-envelhecimento-da-populacao-numero-de-brasileiros-que-vivem-sozinhos-mais-que-dobra/ Fri, 17 Apr 2026 13:14:36 +0000 https://newsrio.com.br/2026/04/17/com-envelhecimento-da-populacao-numero-de-brasileiros-que-vivem-sozinhos-mais-que-dobra/


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Viver sozinho deixou de ser um arranjo isolado no Brasil e vem ganhando espaço de forma consistente. Em 2025, quase um em cada cinco domicílios do país (19,7%) tinha apenas um morador, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (17).
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O avanço é expressivo quando se observa a última década. Em 2012, os lares unipessoais representavam 12,2% das residências brasileiras. Em números absolutos, passaram de 7,5 milhões para 15,6 milhões, um crescimento de 109,8% no período.
Para o analista do IBGE William Kratochwill, a expansão acompanha transformações demográficas e familiares que vêm se consolidando no país, sendo o principal motor dessa mudança o envelhecimento da população.
“À medida que a expectativa de vida aumenta e as famílias passam por reconfigurações, cresce o número de pessoas que passam a viver sozinhas em etapas mais avançadas da vida”, afirma.
Além disso, fatores como a saída dos filhos de casa e a viuvez tornam-se mais frequentes em uma sociedade que envelhece, ampliando esse tipo de arranjo residencial.
Diferenças entre homens e mulheres
Entre as pessoas que vivem sozinhas, os homens ainda são maioria. Em 2025, eles representavam 54,9% dos moradores de domicílios unipessoais.
De acordo com o analista do IBGE William Kratochwill, entre os homens esse tipo de arranjo costuma estar associado a separações — quando os filhos permanecem com a mãe — ou a deslocamentos motivados pelo trabalho, especialmente em centros urbanos mais dinâmicos.
Entre as mulheres, o perfil é diferente: mais da metade das mulheres que viviam sozinhas em 2025 (56,5%) tinha 60 anos ou mais.
Kratochwill explica que esse padrão está relacionado sobretudo à maior longevidade feminina, à viuvez e a separações em idade mais avançada, além da escolha de muitas mulheres por manter autonomia residencial.
Os dados também mostram diferenças no perfil dos demais arranjos familiares.
Nos domicílios nucleares, formados por casais com ou sem filhos, a participação entre homens e mulheres é mais equilibrada.
Já nos domicílios estendidos, que incluem parentes além do núcleo familiar, as mulheres são maioria entre os responsáveis.
Mesmo com o avanço das moradias individuais, o arranjo nuclear segue predominante no país. Em 2025, esse formato ainda representava 65,6% dos domicílios brasileiros, embora sua participação venha diminuindo ao longo do tempo.
Sudeste lidera, mas capitais do Sul têm maior proporção
A presença de domicílios unipessoais é mais elevada nas regiões mais envelhecidas e urbanizadas do país.
Em 2025, o Sudeste concentrava 20,9% dos lares formados por apenas uma pessoa, seguido pelo Centro-Oeste, com 20%. No outro extremo, o Norte registrava 15,1%.
Nas capitais, porém, a proporção é ainda maior. Em Florianópolis, por exemplo, 30,5% dos domicílios tinham apenas um morador, a maior participação entre as capitais analisadas.
Lares de uma pessoa avançam nas capitais brasileiras
Arte/g1
Segundo Kratochwill, esses resultados refletem uma combinação de fatores, como envelhecimento populacional, maior urbanização e o papel de grandes cidades como polos de trabalho e estudo.
Apesar disso, o crescimento mais acelerado desde 2012 ocorreu justamente nas regiões Norte e Nordeste, onde o número de domicílios unipessoais aumentou 131% no período.
País mais velho e com crescimento mais lento
As mudanças nos arranjos familiares ocorrem em paralelo a uma transformação mais ampla na estrutura demográfica brasileira.
Em 2025, a população do país chegou a 212,7 milhões de pessoas. No mesmo período, a participação de idosos cresceu de forma significativa: a parcela de brasileiros com 60 anos ou mais passou de 11,3%, em 2012, para 16,6%.
Já o grupo com 65 anos ou mais representa atualmente 11,6% da população.
No sentido oposto, o número de brasileiros com menos de 30 anos diminuiu 10,4% em termos absolutos desde 2012, refletindo a queda da fecundidade e a redução do número de nascimentos ao longo dos últimos anos.
Segundo Kratochwill, a pirâmide etária brasileira revela um país em transição demográfica. A base da estrutura populacional — formada pelas crianças e jovens — está mais estreita, enquanto as faixas etárias adultas e idosas se tornam proporcionalmente maiores.
Os dados mostram que os grupos de idade até cerca de 20 anos perderam participação na população, enquanto as faixas acima dos 40 anos ganharam peso relativo ao longo do período.
O analista destaca ainda que até mesmo o grupo de 30 a 39 anos, que apresentava crescimento no início da série histórica, passou a registrar retração a partir de 2017.
Além do envelhecimento, o país também registra uma desaceleração do crescimento populacional.
A taxa anual de expansão, que era de 0,78% em 2013, passou a girar em torno de 0,40% nos últimos quatro anos, indicando um processo gradual de estabilização demográfica.
Outro reflexo aparece na distribuição por sexo nas idades mais avançadas. A partir dos 60 anos, há 78,9 homens para cada 100 mulheres, resultado da mortalidade masculina historicamente mais elevada no país.
Idosos trabalham para compensar dívidas
reprodução/TV Globo

Fonte: g1.globo.com

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Censo 2022: 52,6% dos campineiros com 10 anos ou mais vivem em união e 18% já se separaram https://newsrio.com.br/2025/11/05/censo-2022-526-dos-campineiros-com-10-anos-ou-mais-vivem-em-uniao-e-18-ja-se-separaram/ Wed, 05 Nov 2025 16:19:58 +0000 https://newsrio.com.br/2025/11/05/censo-2022-526-dos-campineiros-com-10-anos-ou-mais-vivem-em-uniao-e-18-ja-se-separaram/


Censo 2022: 52,6% dos campineiros vivem em união e 18% já se separaram
Dados do Censo 2022 divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que mais da metade dos moradores de Campinas (SP) com 10 anos ou mais vive em união (52,6%), enquanto 18% já se separaram, se divorciaram ou ficaram viúvos.
Em 2022, Campinas tinha 1.012.969 pessoas com 10 anos ou mais. Desse total, 52,6% viviam em união e 47,4% não viviam com parceiro. Em 2010, essas proporções eram de 51,1% e 48,9%, respectivamente.
O grupo que já viveu em união, mas não vive mais, passou de 14,2% em 2010 para 18% em 2022, um aumento de quase quatro pontos percentuais. Já o número de pessoas que nunca viveram em união caiu de 34,7% para 29,4% no mesmo período.

Entre os campineiros que vivem com parceiro, o casamento civil e religioso é o formato mais comum, reunindo 47,5% das uniões. Em seguida aparecem o casamento apenas civil, com 22%, e a união consensual, com 29,8%. O casamento somente religioso representa 0,8%.
O levantamento também mostra diferenças entre os gêneros: as mulheres vivem mais em união até os 40 anos, enquanto os homens são maioria nas uniões em idades mais avançadas.
Censo 2022: 52,6% dos campineiros com 10 anos ou mais vivem em união
Soulseeker/Pexels
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Fonte: g1.globo.com

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Mais de 1 bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, alerta OMS https://newsrio.com.br/2025/09/02/mais-de-1-bilhao-de-pessoas-vivem-com-transtornos-mentais-alerta-oms/ Tue, 02 Sep 2025 14:03:15 +0000 https://newsrio.com.br/2025/09/02/mais-de-1-bilhao-de-pessoas-vivem-com-transtornos-mentais-alerta-oms/

Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo convivem com transtornos mentais, segundo relatórios divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (2/9). As condições mais frequentes são ansiedade e depressão, que afetam indivíduos de todas as idades e níveis de renda, e estão ligadas a perdas significativas na qualidade de vida, na produtividade e na economia global.

De acordo com a OMS, os problemas de saúde mental já representam a segunda maior causa de incapacidade a longo prazo e estão diretamente associados ao aumento dos gastos com saúde para indivíduos e famílias. Somente a ansiedade e a depressão custam cerca de US$ 1 trilhão por ano à economia mundial, aproximadamente R$ 5,5 trilhões.

“Transformar os serviços de saúde mental é um dos maiores desafios da saúde pública. Investir nessa área é investir em pessoas, comunidades e economias. O cuidado não pode ser visto como privilégio, mas como um direito básico que exige ação urgente dos governos”, afirma Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em comunicado.

Desigualdade de acesso

Os dados mostram também que o suicídio segue como uma das consequências mais graves, com 727 mil mortes registradas em 2021. A situação é especialmente preocupante entre os jovens, grupo que corre maior risco de cometer suicídio.

A meta da Organização das Nações Unidas (ONU) é reduzir em pelo menos 33% o número de suicídios por transtornos mentais até 2030. No entanto, a apesar dos esforços globais, a projeção atual é de que a redução será de apenas 12% até esse prazo.

Outro aspecto é a desigualdade no acesso ao cuidado. Nos países de alta renda, mais da metade das pessoas com transtornos mentais consegue atendimento adequado, enquanto nos países de baixa renda esse índice não chega a 10%.

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A depressão é uma doença psiquiátrica caracterizada por tristeza profunda, sentimento de desesperança e pela falta de motivação e interesse em realizar qualquer tipo de atividade. Essa condição pode ser crônica, tornando a se repetir em vários momentos da vida, ou episódica, desencadeada por alguma emoção específica

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A luta contra esse mal começa, inicialmente, na busca do paciente por ajuda. Em seguida, além do tratamento indicado por um especialista, mudanças no hábito de vida são essenciais para combater a doença

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Um desses hábitos é ter boas noites de sono. Dormir bem é necessário para manter a saúde mental. Alguns estudos sugerem que pessoas com insônia são até dez vezes mais propensas a ter depressão

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Manter-se longe de situações que podem causar estresse é outra recomendação. Apesar de parecer impossível excluir essa reação tão danosa das nossas vidas, uma vez que ela é provocada por fatores que não podem ser controlados, é possível gerenciar os nossos sentimentos durante situações estressantes. Autoconhecimento e certas técnicas ajudam a lidar com o problema

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Realizar atividades físicas é outra indicação para quem tem depressão. Além de manter a cabeça ocupada e focada, exercícios ajudam o corpo a liberar endorfina, substâncias químicas que reduzem a dor e melhoraram o humor. Praticar dança, natação, vôlei ou qualquer outra atividade que você se interesse pode fazer toda diferença

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O álcool pode agravar sintomas depressivos em função de seus efeitos sobre o sistema nervoso central. Beber deixa o paciente menos propenso a seguir o tratamento contra a depressão. Também o coloca em situações mais propícias para ter problemas em casa ou no trabalho

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Manter distância de pessoas negativas é outro hábito que deve ser praticado por quem luta contra a doença. É muito importante ter uma rede de pessoas confiáveis com quem se possa conversar sobre a vida. Contudo, para pessoas que estão em um momento de fragilidade pode não ser adequado ficar repassando assuntos negativos

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Se você não está se sentindo bem, procure permanecer ao lado de pessoas que o alegram e despertam sentimentos positivos

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Assim como em qualquer outra condição, é preciso assumir o problema para que ele possa ser tratado. Portanto, se você está se sentindo deprimido, não deixe de buscar ajuda

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Geralmente, a psicoterapia costuma ser a primeira indicação para casos leves. Já para quadros moderados e graves, o uso de antidepressivos é a conduta mais indicada. Segundo especialistas, quando o tratamento é feito de maneira precoce, os resultados são muito melhores, proporcionando mais tempo livre de sintomas e redução da chance de novos eventos

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Avanços e estagnações

Os relatórios World Mental Health Today e Atlas da Saúde Mental 2024 mostram que, desde 2020, muitos países atualizaram as políticas públicas e criaram iniciativas de promoção da saúde mental em escolas, no apoio psicossocial em emergências e em programas de prevenção do suicídio. Também houve avanço na integração da saúde mental à atenção primária, com 71% das nações atendendo a parte dos critérios estabelecidos pela OMS.

Apesar disso, o investimento financeiro não acompanhou as demandas crescentes. Em média, apenas 2% dos orçamentos nacionais de saúde são destinados ao tema, proporção que não mudou desde 2017. Menos de 10% dos países concluíram a transição para modelos de atendimento comunitário, e muitos ainda dependem fortemente de hospitais psiquiátricos, onde não são raras as internações involuntárias e prolongadas.

Na avaliação da OMS, os dados mostram que os governos ainda estão longe de cumprir as metas do Plano de Ação Abrangente para a Saúde Mental. A entidade defende que o tema seja tratado como prioridade global, com financiamento mais justo, reformas legais que garantam direitos humanos, investimentos contínuos na formação de profissionais e ampliação dos cuidados comunitários centrados no paciente.

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Fonte: www.metropoles.com

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Câncer de mama: estudo descobre por que sobreviventes vivem com fadiga https://newsrio.com.br/2025/08/13/cancer-de-mama-estudo-descobre-por-que-sobreviventes-vivem-com-fadiga/ Wed, 13 Aug 2025 18:18:57 +0000 https://newsrio.com.br/2025/08/13/cancer-de-mama-estudo-descobre-por-que-sobreviventes-vivem-com-fadiga/

Mulheres que tiveram câncer de mama costumam lidar com sequelas da doença e do tratamento por um longo prazo. Uma das consequências menos conhecidas do câncer é uma fadiga constante — a relação entre o cansaço e a doença ganharam novos contornos em um estudo recente.

Uma investigação feita por médicos da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, analisou como sobreviventes de câncer de mama reagem a tarefas físicas e mentais. O estudo avaliou como a fadiga e inflamação, dois fatores comuns em mulheres que passaram pela doença, afetam a qualidade de vida.

Principais sintomas do câncer de mama

  • Aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, nas mamas.
  • Edema na pele, que fica com aparência de casca de laranja.
  • Retração da pele.
  • Dor.
  • Inversão do mamilo.
  • Descamação ou ulceração do mamilo.
  • Secreção transparente, rosada ou avermelhada que sai do mamilo.
  • Linfonodos palpáveis na axila.

Foram acompanhadas 46 mulheres, divididas em três grupos. Um realizou um teste de caminhada ou corrida. Outro executou um exame de atenção no computador. O terceiro assistiu a um vídeo sobre a natureza, funcionando como controle. Amostras de sangue e relatos de fadiga foram coletados antes, durante e 30 minutos depois do teste.

O estudo, publicado na edição de junho da BMC Women’s Health, mediu a fadiga com o sistema FACIT-F, que estabelece níveis para o cansaço clínico e como ele afeta a qualidade de vida dos pacientes. Além disso, foram analisados marcadores como TGF-β e eotaxina, ligados à função imunológica, ao estresse e ao humor. O objetivo foi entender a ligação entre cansaço persistente e processos inflamatórios no organismo.

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Relação da fadiga com o câncer de mama

Mulheres que relataram fadiga elevada no início do teste apresentaram aumento de marcadores de inflamação corporal após as tarefas físicas ou mentais. A reação foi mais intensa nos níveis de TGF-β e eotaxina, mesmo em atividades curtas.

Até o grupo de controle, que assistiu ao vídeo, mostrou aumento de inflamação quando havia fadiga prévia. Isso sugere que a reatividade inflamatória pode ocorrer mesmo diante de estímulos considerados leves.

A maioria dos marcadores de inflamação e níveis de fadiga, no entanto, não mudou significativamente após esforço breve. Isso indica que tarefas curtas não afetam todos os sobreviventes de forma igual.

16 imagensSegundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados cedo, apresentam bom prognósticoNão há uma causa específica para a doença. Contudo, fatores ambientais, genéticos, hormonais e comportamentais podem aumentar o risco de desenvolvimento da enfermidade. Além disso, o risco aumenta com a idade, sendo comum em pessoas com mais de 50 anosApesar de haver chances reais de cura se diagnosticado precocemente, o câncer de mama é desafiador. Muitas vezes, leva a força, os cabelos, os seios, a autoestima e, em alguns casos, a vida. Segundo o Inca, a enfermidade é responsável pelo maior número de óbitos por câncer na população feminina brasileiraOs principais sinais da doença são o aparecimento de caroços ou nódulos endurecidos e geralmente indolores. Além desses, alteração na característica da pele ou do bico dos seios, saída espontânea de líquido de um dos mamilos, nódulos no pescoço ou na região das axilas e pele da mama vermelha ou parecida com casca de laranja são outros sintomasO famoso autoexame é extremamente importante na identificação precoce da doença. No entanto, para fazê-lo corretamente é importante realizar a avaliação em três momentos diferentes: em frente ao espelho, em pé e deitadaFechar modal.1 de 16

Câncer de mama é uma doença caracterizada pela multiplicação desordenada de células da mama causando tumor. Apesar de acometer, principalmente, mulheres, a enfermidade também pode ser diagnosticada em homens

Sakan Piriyapongsak / EyeEm/ Getty Images2 de 16

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados cedo, apresentam bom prognóstico

Science Photo Library – ROGER HARRIS/ Getty Images3 de 16

Não há uma causa específica para a doença. Contudo, fatores ambientais, genéticos, hormonais e comportamentais podem aumentar o risco de desenvolvimento da enfermidade. Além disso, o risco aumenta com a idade, sendo comum em pessoas com mais de 50 anos

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Apesar de haver chances reais de cura se diagnosticado precocemente, o câncer de mama é desafiador. Muitas vezes, leva a força, os cabelos, os seios, a autoestima e, em alguns casos, a vida. Segundo o Inca, a enfermidade é responsável pelo maior número de óbitos por câncer na população feminina brasileira

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Os principais sinais da doença são o aparecimento de caroços ou nódulos endurecidos e geralmente indolores. Além desses, alteração na característica da pele ou do bico dos seios, saída espontânea de líquido de um dos mamilos, nódulos no pescoço ou na região das axilas e pele da mama vermelha ou parecida com casca de laranja são outros sintomas

Boy_Anupong/ Getty Images6 de 16

O famoso autoexame é extremamente importante na identificação precoce da doença. No entanto, para fazê-lo corretamente é importante realizar a avaliação em três momentos diferentes: em frente ao espelho, em pé e deitada

Annette Bunch/ Getty Images7 de 16

Faça o autoexame. Em frente ao espelho, tire toda a roupa e observe os seios com os braços caídos. Em seguida, levante os braços e verifique as mamas. Por fim, coloque as mãos apoiadas na bacia, fazendo pressão para observar se existe alguma alteração na superfície dos seios

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A palpação de pé deve ser feita durante o banho com o corpo molhado e as mãos ensaboadas. Para isso, levante o braço esquerdo, colocando a mão atrás da cabeça. Em seguida, apalpe cuidadosamente a mama esquerda com a mão direita. Repita os passos no seio direito

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A palpação deve ser feita com os dedos da mão juntos e esticados, em movimentos circulares em toda a mama e de cima para baixo. Depois da palpação, deve-se também pressionar os mamilos suavemente para observar se existe a saída de qualquer líquido

Saran Sinsaward / EyeEm/ Getty Images10 de 16

Por fim, deitada, coloque a mão esquerda na nuca. Em seguida, com a mão direita, apalpe o seio esquerdo verificando toda a região. Esses passos devem ser repetidos no seio direito para terminar a avaliação das duas mamas

FG Trade/ Getty Images11 de 16

Mulheres após os 20 anos que tenham casos de câncer na família ou com mais de 40 anos sem casos de câncer na família devem realizar o autoexame da mama para prevenir e diagnosticar precocemente a doença

AlexanderFord/ Getty Images12 de 16

O autoexame também pode ser feito por homens, que apesar da atipicidade, podem sofrer com esse tipo de câncer, apresentando sintomas semelhantes

SCIENCE PHOTO LIBRARY/ Getty Images13 de 16

De acordo com especialistas, diante da suspeita da doença, é importante procurar um médico para dar início a exames oficiais, como a mamografia e análises laboratoriais, capazes de apontar a presença da enfermidade

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É importante saber que a presença de pequenos nódulos na mama não indica, necessariamente, que um câncer está se desenvolvendo. No entanto, se esse nódulo for aumentando ao longo do tempo ou se causar outros sintomas, pode indicar malignidade e, por isso, deve ser investigado por um médico

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O tratamento do câncer de mama dependerá da extensão da doença e das características do tumor. Contudo, pode incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapia biológica

Peter Dazeley/ Getty Images16 de 16

Os resultados, porém, são melhores quando a doença é diagnosticada no início. No caso de ter se espalhado para outros órgãos (metástases), o tratamento buscará prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente

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Impacto nos riscos de reicidiva

Entender este efeito colateral é importante até para prever riscos de possíveis retornos da doença. “Estudar a inflamação em sobreviventes de câncer de mama é importante porque pesquisas anteriores mostraram uma ligação entre a inflamação e a progressão ou recorrência do câncer”, explica Ali Weinstein, coordenador da pesquisa, em comunicado à imprensa.

A fadiga também pode influenciar fortemente a qualidade de vida diária dos sobreviventes e acumular efeitos inflamatórios ao longo do tempo. Por isso, os médicos que participaram do estudo recomendam estratégias de controle adaptadas ao nível de cansaço e à reatividade individual e que médicos façam o acompanhamento clínico desse sintoma nas consultas de retorno de suas pacientes.

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Fonte: www.metropoles.com

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Entenda se casais que vivem juntos podem ter microbiotas parecidas https://newsrio.com.br/2025/04/10/entenda-se-casais-que-vivem-juntos-podem-ter-microbiotas-parecidas/ https://newsrio.com.br/2025/04/10/entenda-se-casais-que-vivem-juntos-podem-ter-microbiotas-parecidas/#respond Thu, 10 Apr 2025 06:47:09 +0000 https://newsrio.com.br/2025/04/10/entenda-se-casais-que-vivem-juntos-podem-ter-microbiotas-parecidas/ Entenda se casais que vivem juntos podem ter microbiotas parecidas

A microbiota é o conjunto de microrganismos que vive no nosso corpo e ajuda no funcionamento do organismo. Ela está presente em vários locais, como intestino, boca e pele, e tem funções essenciais. No intestino, por exemplo, ela auxilia na digestão, na absorção de nutrientes e no fortalecimento do sistema imunológico.

O conjunto de bactérias é quase como uma impressão digital, cada pessoa tem a sua. A microbiota começa a se formar a partir do nascimento, e muitas experiências de vida determinam quais microrganismos vão se proliferar e quais serão suprimidos. O que você come, os lugares que frequenta e até o estresse do dia a dia influenciam no desenvolvimento das bactérias.

Porém, um estudo de 2020 sugere que casais podem ter microbiotas muito semelhantes. O levantamento, publicado na revista científica National Library of Medicine e realizado por pesquisadores norte-americanos, revisou pesquisas anteriores para chegar à conclusão.


Hábitos que podem mudar a microbiota intestinal

  • O tipo de rotina alimentar promove o desenvolvimento de bactérias ruins (dietas ricas em ultraprocessados) ou o crescimento de microrganismos benéficos para a saúde intestinal (dieta rica em alimentos saudáveis).
  • A falta de exercícios físicos pode diminuir a diversidade da microbiota, enquanto a prática regular de atividades físicas melhora o trânsito intestinal.
  • Ficar estressado regularmente favorece o crescimento de bactérias prejudiciais a microbiota.
  • Mesmo sendo necessários em algumas situações, os antibióticos podem eliminar bactérias boas para a saúde.
  • O tabagismo e o consumo de álcool podem alterar a composição da microbiota intestinal.

Os autores destacam que casais que vivem juntos tendem a desenvolver microbiotas intestinais semelhantes devido ao compartilhamento de ambientes, dietas e rotinas diárias.

“Várias fatores podem explicar essa relação, principalmente hábitos de vida semelhantes, como manter dietas parecidas, prática de esportes e manutenção de peso. Outros quesitos também influenciam, tais como compartilhar objetos e espaços físicos e a prática sexual. O principal fator, entretanto é o tempo de relacionamento, que aumenta a similaridade entre as microbiotas do casal”, explica o gastroenterologista Rodrigo Moisés, do Hospital Nove de Julho.

O estudo aponta que o estresse e a depressão no casamento também podem levar a comportamentos prejudiciais à saúde, como má alimentação e sono inadequado, que afetam negativamente a microbiota intestinal. Essas alterações podem aumentar a permeabilidade intestinal, resultando em inflamação crônica e envelhecimento acelerado.

Ou seja, a qualidade da relação conjugal e os comportamentos de saúde compartilhados desempenham papéis cruciais na determinação da saúde e do envelhecimento dos parceiros. A semelhança pode contribuir para riscos de doenças compartilhadas, como obesidade, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares.

Imagem de pessoa indo ao banheiro - Metrópoles
Alguns fatores interferem diretamente na saúde da microbiota intestinal

“As alterações da microbiota podem interferir dificultando a digestão, causando mais fermentação, inchaço, gases, distensão, contribuindo para uma maior dificuldade  na absorção de algumas vitaminas, em especial a vitamina B, D e o ferro. Se estiver desequilibrada, a microbiota pode interferir na digestão por ocasionar eventos diarréicos”, explica o gastroenterologista  e membro da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia Bernardo Martins, do Hospital Santa Lúcia Norte.

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Fonte: www.metropoles.com

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Petrobras e funcionários vivem “crise do teletrabalho”. Entenda https://newsrio.com.br/2025/02/07/petrobras-e-funcionarios-vivem-crise-do-teletrabalho-entenda/ https://newsrio.com.br/2025/02/07/petrobras-e-funcionarios-vivem-crise-do-teletrabalho-entenda/#respond Fri, 07 Feb 2025 08:47:11 +0000 https://newsrio.com.br/2025/02/07/petrobras-e-funcionarios-vivem-crise-do-teletrabalho-entenda/ Petrobras e funcionários vivem “crise do teletrabalho”. Entenda

O recente anúncio da Petrobras sobre o aumento da carga de trabalho presencial provocou uma crise com os funcionários, após um comunicado informar a redução de dias em home office dos empregados da petroleira.

Para resolver as rusgas, a Petrobras e a Federação Única dos Petroleiros (FUP) se reúnem na manhã desta sexta-feira (7/2) para tratar das mudanças feitas na carga de teletrabalho da companhia.


A crise da redução do teletrabalho na Petrobras

  • Em 9 de janeiro, a diretoria da Petrobras informou que aumentaria a escala de trabalho presencial de dois para três, com exceção para pessoas com deficiência (PCDs) e pais de PCDs. Assim, os dias de teletrabalho seriam reduzidos de três para dois.
  • Embora tenha sido alvo de críticas, a companhia afirmou que essa carga tem sido seguida por gerentes desde setembro de 2024.
  • O plano da Petrobras era que a medida passasse a valer a partir de 7 de abril para empregados sem função gratificada e em 10 de março para funcionários com funções.
  • A alteração na carga de trabalho, considerada uma “decisão unilateral”, desagradou os funcionários da companhia.
  • Em reação à mudança da Petrobras e ao adiamento da primeira reunião, a FUP instaurou “estado de greve”.

Reunião ocorre após ser adiada

A reunião desta sexta está prevista para as 10h e ocorre quase uma semana após ter sido adiada pela própria petroleira.

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Em julho, a Petrobrás anunciou  seu último aumento no preço dos combustíveis

Terminal terrestre da Petrobras em Brasília que armazena derivados do petróleo
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Em julho, a Petrobrás anunciou seu último aumento no preço dos combustíveis

Aline Massuca/Metrópoles

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Gustavo Moreno/Metrópoles

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Gustavo Moreno/Metrópoles

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Terminal terrestre da Petrobras em Brasília que armazena derivados do petróleo

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Magda Chambriard

Rafael Pereira/Agência Petrobras

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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard

Rafael Pereira/Agência Petrobras

A Petrobras alegou que precisou cancelar a roda de conversas com a FUP devido ao “impacto” da manifestação realizada em frente ao Edifício Senado (Edisen) – atual sede da empresa, no Rio de Janeiro —, local do encontro.

A FUP repudiou a ação e afirmou que a companhia deveria “respeitar a interlocução e a negociação coletiva, e não aumentar ainda mais o impasse que a gestão criou ao alterar de forma unilateral a escala do teletrabalho”.

Logo depois do adiamento da reunião, o movimento sindical petroleiro aprovou um “estado de greve”.

“Manter a mobilização da categoria é fundamental, para que possamos conquistar avanços nas negociações e garantir regras coletivas justas para o teletrabalho, sem retrocessos”, reforça Cibele Vieira, diretora da FUP.

O movimento defende que as regras do teletrabalho sejam estabelecidas por meio de negociações coletivas com os sindicatos, para garantir o respeito dos direitos dos trabalhadores e o diálogo aberto sobre as condições de trabalho na Petrobras.

Além disso, a carreira petroleira pede a inclusão de uma cláusula do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Fonte: www.metropoles.com

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